Ontem fui-te acompanhar até à tua última morada.
Custou-me muito. Conheci-te à-pouco tempo, mas foste daquelas (poucas) pessoas com que eu simpatizei desde o primeiro momento.
As vezes que nos cruzámos contam-se pelos dedos de uma mão, mas foram sempre muito agradáveis e marcantes. Tinhas uma forma diferente de encarar e agarrar a vida.
Tínhamos agendado o célebre passeio no Gerês, que infelizmente ficou definitivamente adiado.
Maldita doença que te ceifou aos 51 anos!
Espero que onde quer que estejas, estejas bem.
Se há pessoas sãs de coração, tu és uma delas.
Ficarás sempre no meu pensamento.
Descança em paz. Fica bem.
sábado, agosto 25, 2007
segunda-feira, junho 25, 2007
Meco + Natação
Este fim de semana fui dar um pulo até ao Meco.
Fui recarregar as baterias, que estão muito em baixo.
Regressei no Sábado, porque a minha filhota no Domingo tinha a festa de final de ano lectivo da natação.
Foi engraçado vê-la dentro de água a aprender a nadar. Já não tem medo. Atira-se do escorrega para a água de cabeça, de costas,.... Sabe bem sentir que a minha filhota se sente cada vez nais segura neste conturbado mundo.
De vez em quando olhava para a janela onde nos encontrávamos e dizia-nos adeus. Eu compreendo que para ela é muito importante que lhe demonstremos todo o nosso apoio.
Essa é uma das funções dos pais: estar presentes e apoiar os filhos nos momentos mais delicados.
Infelizmente a ida ao Porto ao S. João teve que ser sacrificada......mas foi por uma boa causa.
Gostei muito de a ver sentir-se tão à-vontade dentro de água.
Ela tem todos os ingredientes para vir a ser uma grande mulher!
Fui recarregar as baterias, que estão muito em baixo.
Regressei no Sábado, porque a minha filhota no Domingo tinha a festa de final de ano lectivo da natação.
Foi engraçado vê-la dentro de água a aprender a nadar. Já não tem medo. Atira-se do escorrega para a água de cabeça, de costas,.... Sabe bem sentir que a minha filhota se sente cada vez nais segura neste conturbado mundo.
De vez em quando olhava para a janela onde nos encontrávamos e dizia-nos adeus. Eu compreendo que para ela é muito importante que lhe demonstremos todo o nosso apoio.
Essa é uma das funções dos pais: estar presentes e apoiar os filhos nos momentos mais delicados.
Infelizmente a ida ao Porto ao S. João teve que ser sacrificada......mas foi por uma boa causa.
Gostei muito de a ver sentir-se tão à-vontade dentro de água.
Ela tem todos os ingredientes para vir a ser uma grande mulher!
Travessia do deserto
Esta travessia do deserto em que me encontro está a levar tempo demais.
Pareço um camelo que vagueia no deserto de poço em poço para beber água, mas sem um rumo definido. Detesto isto!
Às vezes pergunto-me o que é que ainda faço aqui nesta empresa!
Infelizmente, o mercado está todo assim.
Martin Luther King dizia: I have a dream!
É tão bom quando se acorda de manhã, estimulado por ser mais um dia em que persegue um sonho. Ultimamente não tem havido sonhos para perseguir e isso mata-me aos poucos.
Parece um cancro que se vai introduzindo no corpo e vai de mansinho alastrando até às zonas mais recônditas, serenamente, sem alardos, sem dar nas vistas, mas tudo destruindo à sua passagem.
Como eu prefiro acordar de madrugada pensando nos problemas que ainda não consegui resolver. Acordar com a cabeça a 1.000 à hora; sentir a adrenalina a correr nas veias; o fluxo do stress a queimar-me o corpo.
Dá-me pelo menos a sensação de estar vivo.
Assim, sinto-me como um zombie; um morto-vivo.
Raios partam esta vida!
Pareço um camelo que vagueia no deserto de poço em poço para beber água, mas sem um rumo definido. Detesto isto!
Às vezes pergunto-me o que é que ainda faço aqui nesta empresa!
Infelizmente, o mercado está todo assim.
Martin Luther King dizia: I have a dream!
É tão bom quando se acorda de manhã, estimulado por ser mais um dia em que persegue um sonho. Ultimamente não tem havido sonhos para perseguir e isso mata-me aos poucos.
Parece um cancro que se vai introduzindo no corpo e vai de mansinho alastrando até às zonas mais recônditas, serenamente, sem alardos, sem dar nas vistas, mas tudo destruindo à sua passagem.
Como eu prefiro acordar de madrugada pensando nos problemas que ainda não consegui resolver. Acordar com a cabeça a 1.000 à hora; sentir a adrenalina a correr nas veias; o fluxo do stress a queimar-me o corpo.
Dá-me pelo menos a sensação de estar vivo.
Assim, sinto-me como um zombie; um morto-vivo.
Raios partam esta vida!
quarta-feira, junho 20, 2007
A evolução da técnica
Tenho andado a ler umas coisas sobre o Windows Vista, que tenho agora instalado no meu novo computador portátil.
Quanto mais leio e testo, mais impressionado fico. Não há dúvida que se trata de uma enorme evolução face à versão XP.
É incrível a evolução que se conseguiu em ½ dúzia de anos.
Já na aeronáutica agora também não se fala noutra coisa que não sejam os UAV’s (unmanned aerial vehicles).
Quem está habituado a receber informações sobre este tipo de aeronaves diariamente, sabe que existe hoje uma multiplicidade de países envolvidos no seu desenvolvimento.
Começou com os israelitas e agora, dissiminou-se a procura.
Nalguns casos para vigilância e reconhecimento, mas com a evolução quer dos “softwares”, quer dos “hardweres”, mais tarde ou mais cedo, tornar-se-ão em terríveis máquinas letais.
Poder alimentar uma guerra sem grandes perdas humanas, é sempre muito apetecível....e perigoso!
Claro que os civis não irão ter a mesma sorte!
Irá tratar-se de um apuramento (evolução das espécies de Darwin, ......., mas agora em processo acelerado.
Quanto mais leio e testo, mais impressionado fico. Não há dúvida que se trata de uma enorme evolução face à versão XP.
É incrível a evolução que se conseguiu em ½ dúzia de anos.
Já na aeronáutica agora também não se fala noutra coisa que não sejam os UAV’s (unmanned aerial vehicles).
Quem está habituado a receber informações sobre este tipo de aeronaves diariamente, sabe que existe hoje uma multiplicidade de países envolvidos no seu desenvolvimento.
Começou com os israelitas e agora, dissiminou-se a procura.
Nalguns casos para vigilância e reconhecimento, mas com a evolução quer dos “softwares”, quer dos “hardweres”, mais tarde ou mais cedo, tornar-se-ão em terríveis máquinas letais.
Poder alimentar uma guerra sem grandes perdas humanas, é sempre muito apetecível....e perigoso!
Claro que os civis não irão ter a mesma sorte!
Irá tratar-se de um apuramento (evolução das espécies de Darwin, ......., mas agora em processo acelerado.
segunda-feira, junho 18, 2007
Tenho falta de tempo
Sempre que me pergunto sobre o que é que sinto mais falta, acabo sempre com a mesma resposta: gostaria de ter mais tempo disponível.
Por acaso, nem sou das pessoas que mais se podem queixar. Vou para o emprego a pé. Demoro 9 minutos, sem me meter em engarrafamentos de automovéis sem fim, ou bichas para os transporter públicos.
Acontece que, como trabalho sempre mais de 45 horas por semana, tenho que dormir 8,5 horas e tenho que perder tempo a comer, sobra-me pouco tempo para fazer aquilo de que gosto.
Paciência! Se não trabalhar, não recebo dinheiro. Se não receber dinheiro, não posso comer. Se não comer, morro. Morrendo, acabo também por não ter tempo para nada.
Cá está outra vez o maldito rolo compressor em que todos andamos enfiados!
Por acaso, nem sou das pessoas que mais se podem queixar. Vou para o emprego a pé. Demoro 9 minutos, sem me meter em engarrafamentos de automovéis sem fim, ou bichas para os transporter públicos.
Acontece que, como trabalho sempre mais de 45 horas por semana, tenho que dormir 8,5 horas e tenho que perder tempo a comer, sobra-me pouco tempo para fazer aquilo de que gosto.
Paciência! Se não trabalhar, não recebo dinheiro. Se não receber dinheiro, não posso comer. Se não comer, morro. Morrendo, acabo também por não ter tempo para nada.
Cá está outra vez o maldito rolo compressor em que todos andamos enfiados!
Está difícil a retoma do trabalho
Está difícil retomar o trabalho a seguir às férias.
O arranque é sempre complicado com a retoma das rotinas, a chapada do acordar novamente para a realidade.
Para ajudar à festa, agora tenho novos programas de fabricação, com a inerência de clientes novos (americanos, canadianos e franceses), novos procedimentos, novas normas de actuação, novos.......
Enfim, todo o mundo é composto por mudanças. Alguém dizia isto; já não me lembro quem.
Temos que seguir em frente. Não há outra alternativa.
Estamos inexoravelmente metidos dentro do rolo compressor.
Parar não é opção. É preciso respirar fundo e mantermo-nos dentro do rolo compressor.
Hoje em conversa com uma colega minha, ela disse-me que temos que nos manter como na tropa: dentro do pelotão, sem ir nem na frente, nem na rectaguarda.
O inimigo normalmente começa a atacar por aí.
O arranque é sempre complicado com a retoma das rotinas, a chapada do acordar novamente para a realidade.
Para ajudar à festa, agora tenho novos programas de fabricação, com a inerência de clientes novos (americanos, canadianos e franceses), novos procedimentos, novas normas de actuação, novos.......
Enfim, todo o mundo é composto por mudanças. Alguém dizia isto; já não me lembro quem.
Temos que seguir em frente. Não há outra alternativa.
Estamos inexoravelmente metidos dentro do rolo compressor.
Parar não é opção. É preciso respirar fundo e mantermo-nos dentro do rolo compressor.
Hoje em conversa com uma colega minha, ela disse-me que temos que nos manter como na tropa: dentro do pelotão, sem ir nem na frente, nem na rectaguarda.
O inimigo normalmente começa a atacar por aí.
domingo, maio 20, 2007
Reinício nas lides da pesca
Na passada 5ª feira (dia da espiga, feriado em Alverca), reiniciei-me nas lides da pesca.
Há mais de 3 anos que não pescava.
Fui até à praia do Meco. Estava um dia muito quente. Por volta das 14:30, vim-me embora. Não aguentava o calor. Acabei por almoçar na Campimeco.
Logo no 1º lançamento, não sei o que sucedeu. A verdade é que a chumbada não voou nem 10 metros. No entanto, o fio enleou-se todo no carreto. Parecia um aprendiz de pescador.
Para não perder tempo, fui de imediato preparar a outra cana.
Apesar de ser uma cana muito mais pesada e com 5 metros, o lançamento correu bem.
Lá consegui pôr a minhoca de molho.
Depois, voltei à minha 1ª cana. Apesar de doses maciças de paciência, não consegui resolver o problema. Quando não existe outra solução....passa-se à tesoura.
Era cerca das 12:30, quando pesquei um sargo. Não era muito grande, mas dava para comer. Como tinha engolido o anzol quase todo, tive que ir buscar o saca-anzóis. Trouxe também o saco de plástico, mas depois de olhar para o bicho, tive pena dele.
Tirei-lhe delicadamente o anzol, e disse-lhe para ir à vida dele: para da próxima vez, tem mais cuidado com o que comes.
Quando eram 14:30, com o calor a apertar, decidi vir-me embora. Estava a recolher a 2ª cana, quando de repente uma vaga arranca por detrás de mim, contorna o ponto alto onde tinha as minhas coisas, e encharcou-me, as calças, os sapatos, o telemóvel, os documentos, as chaves do carro,....., tudo.
Impressionante! Estava na zona mais alta da praia. Havia outras pessoas à mesma distância que eu do mar, em zonas mais baixas e nada lhes aconteceu; continuaram deitados na areia. Até parecia que aquela vaga era só para mim.
Tive que a correr, retirar tudo encharcado mais para trás. Demorei mais de ½ hora a guardar e a espremer tudo. Durante esse período, o mar nunca mais avançou sobre o sítio onde estava......e as outras pessoas lá continuaram deitadas na areia. Seria mesmo uma mensagem só para mim?
Na 5ª feira de espiga do ano passado, também fui até ao Meco para pescar. Por motivos que não sei explicar, decidi não o fazer. À hora do almoço, recebi uma chamada dizendo que o meu cunhado tinha morrido num desastre de mota no Alentejo.
Na 6ª feira, dia de férias, e porque sou teimoso, regressei ao mesmo sítio. Estava um dia mais fresco, que me permitiu almoçar e ficar na praia até cerca das 17:00.
Explêndido dia de praia. Infelizmente o peixe não picou. Foi mesmo um dia para dar banho à minhoca e sentir a brisa marítima de que tanto gosto. A seguir fui até a estação de comboios de Coina, buscar a minha esposa e a minha filha.
Ìamos passar o fim de semana juntos no Meco.
No Sábado ainda tivémos uma boa manhã de praia em Sesimbra, mas quando acordámos no Domingo de manhã, estava tudo fechado a chover. Decidimos assim, regressar a casa a seguir ao pequeno-almoço.
Foram 4 bons dias para caregar as minhas pilhas. Bem preciso, com a convulsão que vai na empresa. Ainda tenho que aguentar 2 semanas até finalmente ir de férias.
Há mais de 3 anos que não pescava.
Fui até à praia do Meco. Estava um dia muito quente. Por volta das 14:30, vim-me embora. Não aguentava o calor. Acabei por almoçar na Campimeco.
Logo no 1º lançamento, não sei o que sucedeu. A verdade é que a chumbada não voou nem 10 metros. No entanto, o fio enleou-se todo no carreto. Parecia um aprendiz de pescador.
Para não perder tempo, fui de imediato preparar a outra cana.
Apesar de ser uma cana muito mais pesada e com 5 metros, o lançamento correu bem.
Lá consegui pôr a minhoca de molho.
Depois, voltei à minha 1ª cana. Apesar de doses maciças de paciência, não consegui resolver o problema. Quando não existe outra solução....passa-se à tesoura.
Era cerca das 12:30, quando pesquei um sargo. Não era muito grande, mas dava para comer. Como tinha engolido o anzol quase todo, tive que ir buscar o saca-anzóis. Trouxe também o saco de plástico, mas depois de olhar para o bicho, tive pena dele.
Tirei-lhe delicadamente o anzol, e disse-lhe para ir à vida dele: para da próxima vez, tem mais cuidado com o que comes.
Quando eram 14:30, com o calor a apertar, decidi vir-me embora. Estava a recolher a 2ª cana, quando de repente uma vaga arranca por detrás de mim, contorna o ponto alto onde tinha as minhas coisas, e encharcou-me, as calças, os sapatos, o telemóvel, os documentos, as chaves do carro,....., tudo.
Impressionante! Estava na zona mais alta da praia. Havia outras pessoas à mesma distância que eu do mar, em zonas mais baixas e nada lhes aconteceu; continuaram deitados na areia. Até parecia que aquela vaga era só para mim.
Tive que a correr, retirar tudo encharcado mais para trás. Demorei mais de ½ hora a guardar e a espremer tudo. Durante esse período, o mar nunca mais avançou sobre o sítio onde estava......e as outras pessoas lá continuaram deitadas na areia. Seria mesmo uma mensagem só para mim?
Na 5ª feira de espiga do ano passado, também fui até ao Meco para pescar. Por motivos que não sei explicar, decidi não o fazer. À hora do almoço, recebi uma chamada dizendo que o meu cunhado tinha morrido num desastre de mota no Alentejo.
Na 6ª feira, dia de férias, e porque sou teimoso, regressei ao mesmo sítio. Estava um dia mais fresco, que me permitiu almoçar e ficar na praia até cerca das 17:00.
Explêndido dia de praia. Infelizmente o peixe não picou. Foi mesmo um dia para dar banho à minhoca e sentir a brisa marítima de que tanto gosto. A seguir fui até a estação de comboios de Coina, buscar a minha esposa e a minha filha.
Ìamos passar o fim de semana juntos no Meco.
No Sábado ainda tivémos uma boa manhã de praia em Sesimbra, mas quando acordámos no Domingo de manhã, estava tudo fechado a chover. Decidimos assim, regressar a casa a seguir ao pequeno-almoço.
Foram 4 bons dias para caregar as minhas pilhas. Bem preciso, com a convulsão que vai na empresa. Ainda tenho que aguentar 2 semanas até finalmente ir de férias.
Passeio a Carcavelos de bicicleta
Fez no Domingo passado, 8 dias, que a minha esposa teve “o almoço do pastor da igreja”.
Isto quer dizer, um Domingo inteirinho só para mim.
A minha esposa arranjou-me farnel para almoçar, meti a bicicleta no comboio e saí como de costume em Sacavém. Fui passeando



Está tudo muito arranjadinho, muito bonito. Parece a marina de Cascais, só que mais pequena. O passeio pedonal junto ao mar, começa em Santo Amaro de Oeiras e vai até à Marina. Que passeio lindo! Um dia tenho que lá ir com a minha esposa e a minha filha.
Em Carcavelos ainda fui pôr o pé na água, mas estava muito fria. 
Enquanto estive a almoçar mantive-me em fato de banho, mas como era o meu primeiro dia de sol, após o almoço vesti a camisola.
Acabei por me deitar ao sol e adormecer.
Passado uma semana ainda pareço um camionista, só com metade dos braços ultra-queimados; os braços e as pernas. Agora comecei a largar a pele.
Se não tivesse vestido a camisola, estava bonito.
No regresso fui só até à estação de Santa Apolónia onde apanhei o comboio. Já estava cansado. Foram mais de 60 Km, quando estou mais habituado a fazer entre 30 a 40Km.
Estava um dia lindo, sem vento e com pouco calor. Excelente para andar de bicicleta.
Cheguei a casa cansado, mas feliz, muito feliz!
Belo passeio!
Isto quer dizer, um Domingo inteirinho só para mim.
A minha esposa arranjou-me farnel para almoçar, meti a bicicleta no comboio e saí como de costume em Sacavém. Fui passeando


e acabei a almoçar na praia de Carcavelos.
Passei na marina de Oeiras, onde há mais de 30 anos que lá não ía.
Passei na marina de Oeiras, onde há mais de 30 anos que lá não ía.

Está tudo muito arranjadinho, muito bonito. Parece a marina de Cascais, só que mais pequena. O passeio pedonal junto ao mar, começa em Santo Amaro de Oeiras e vai até à Marina. Que passeio lindo! Um dia tenho que lá ir com a minha esposa e a minha filha.
Em Carcavelos ainda fui pôr o pé na água, mas estava muito fria.

Enquanto estive a almoçar mantive-me em fato de banho, mas como era o meu primeiro dia de sol, após o almoço vesti a camisola.
Acabei por me deitar ao sol e adormecer.
Passado uma semana ainda pareço um camionista, só com metade dos braços ultra-queimados; os braços e as pernas. Agora comecei a largar a pele.
Se não tivesse vestido a camisola, estava bonito.
No regresso fui só até à estação de Santa Apolónia onde apanhei o comboio. Já estava cansado. Foram mais de 60 Km, quando estou mais habituado a fazer entre 30 a 40Km.
Estava um dia lindo, sem vento e com pouco calor. Excelente para andar de bicicleta.
Cheguei a casa cansado, mas feliz, muito feliz!
Belo passeio!
Computador portátil
Já comprei o meu computador portátil.
Estou muito satisfeito com a compra que fiz; o meu Toshiba é lindo e rápido.
É impressionante a diferença de desempenho para o meu computador fixo....e este só tem 2 anos!
Ultimamente a minha esposa e eu passávamos o tempo “à luta” para ter acesso ao computador.
Isso agora é passado. Só me falta instalar agora a rede wireless em casa, para ter acesso à Internet e ficar tudo operacional.
Vamos ver se até ao fim de semana, fica tudo ligado.
Tenho é que meter na cabeça que o portátil não é para passar a vida atrás de mim. Não me quero transformar num escravo dele.
Agora que é lindo de morrer e é uma máquina diabólica, lá isso é.
Estou muito satisfeito com a compra que fiz; o meu Toshiba é lindo e rápido.
É impressionante a diferença de desempenho para o meu computador fixo....e este só tem 2 anos!
Ultimamente a minha esposa e eu passávamos o tempo “à luta” para ter acesso ao computador.
Isso agora é passado. Só me falta instalar agora a rede wireless em casa, para ter acesso à Internet e ficar tudo operacional.
Vamos ver se até ao fim de semana, fica tudo ligado.
Tenho é que meter na cabeça que o portátil não é para passar a vida atrás de mim. Não me quero transformar num escravo dele.
Agora que é lindo de morrer e é uma máquina diabólica, lá isso é.
segunda-feira, abril 16, 2007
Outro bonito passeio de bicicleta
Nem sempre é necessário ir passear de bicicleta para a minha maravilhosa Lisboa, para me deparar com bonitas paisagens.
Por vezes, quando tenho menos tempo, meto-me pela EN10 até Alhandra e aquieto-me, olhando a marina, os barcos, o passar apressado do rio. 
A seguir sigo o circuito de manutenção pela pista para bicicletas. 
Infelizmente neste momento o circuito não chega a Vila Franca de Xira, pelo que tenho de voltar à EN10, se quiser prosseguir viagem.
Em Vila Franca de Xira, também podemos apreciar bonitas paisagens do rio a partir do jardim municipal, tendo a ponte Marechal Carmona como pano de fundo. 
O que mais não falta neste País são bonitos sítios para passear de bicicleta, encher os pulmões de ar e apreciar a luminosidade com que o nosso País normalmente nos presenteia.
Se houver força nas pernas, bons pulmões e coração, alguns calos no rabo e força de vontade, então estão reunidos todos os ingrdientes para passeios inesquecíveis.
Por vezes, quando tenho menos tempo, meto-me pela EN10 até Alhandra e aquieto-me, olhando a marina, os barcos, o passar apressado do rio.

A seguir sigo o circuito de manutenção pela pista para bicicletas.

Infelizmente neste momento o circuito não chega a Vila Franca de Xira, pelo que tenho de voltar à EN10, se quiser prosseguir viagem.
Em Vila Franca de Xira, também podemos apreciar bonitas paisagens do rio a partir do jardim municipal, tendo a ponte Marechal Carmona como pano de fundo.

O que mais não falta neste País são bonitos sítios para passear de bicicleta, encher os pulmões de ar e apreciar a luminosidade com que o nosso País normalmente nos presenteia.
Se houver força nas pernas, bons pulmões e coração, alguns calos no rabo e força de vontade, então estão reunidos todos os ingrdientes para passeios inesquecíveis.
quarta-feira, abril 11, 2007
Minha esposa
Outro dia descobri o que escrevi no telemóvel enquanto aguardava impacientemente no quarto do hospital pelo resultado da operação da minha querida esposa.
Para que não se perca o conteúdo, deixo-o aqui residente:
“Enquanto espero que tu sejas operada, escrevo não sei bem o quê, para passar o tempo. Sinto-me nu sem ti. Parece que nada mais tem significado, lógica, razão de ser. Sabes que em pensamento estou contigo. És a minha companheira, a mulher da minha vida. Como te disse à-pouco enquanto esperávamos na sala do pré-operatório, parece que em 30 segundos, me passou pelos olhos todos estes anos que passámos juntos....desde o nosso namoro na Costa da Caparica. É algo incrível, poder-se gostar tanto de alguém como eu gosto de ti. Nestas alturas sofre-se mais, mas.......é sempre preferível a entrega a 100% por muito que isso por vezes doa. Fui um ser abençoado, no dia que te conheci e continuo a sê-lo desde esse dia. Hoje mais do que nunca, tenho a certeza que és a mulher da minha vida! Como ontem te disse, prefiro que me rasguem a carne a mim do que a ti. Doe-me menos. Mas, nem sempre as coisas correm como queremos. Estou perdido. Não consigo escrever mais. Vemo-nos daqui a pouco. Eu te amo do fundo do meu coração.”
Para que não se perca o conteúdo, deixo-o aqui residente:
“Enquanto espero que tu sejas operada, escrevo não sei bem o quê, para passar o tempo. Sinto-me nu sem ti. Parece que nada mais tem significado, lógica, razão de ser. Sabes que em pensamento estou contigo. És a minha companheira, a mulher da minha vida. Como te disse à-pouco enquanto esperávamos na sala do pré-operatório, parece que em 30 segundos, me passou pelos olhos todos estes anos que passámos juntos....desde o nosso namoro na Costa da Caparica. É algo incrível, poder-se gostar tanto de alguém como eu gosto de ti. Nestas alturas sofre-se mais, mas.......é sempre preferível a entrega a 100% por muito que isso por vezes doa. Fui um ser abençoado, no dia que te conheci e continuo a sê-lo desde esse dia. Hoje mais do que nunca, tenho a certeza que és a mulher da minha vida! Como ontem te disse, prefiro que me rasguem a carne a mim do que a ti. Doe-me menos. Mas, nem sempre as coisas correm como queremos. Estou perdido. Não consigo escrever mais. Vemo-nos daqui a pouco. Eu te amo do fundo do meu coração.”
terça-feira, abril 10, 2007
O Cristianismo
Ontem estive a ver mais uma vez o filme “The Body” com a minha esposa.
Disse-lhe que não percebia porque perturbaria assim tanto, descobrirem o corpo de Cristo. Cristo poderia ter ressuscitado em espírito e não em corpo.
Ela explicou-me que tal situação poria em causa todo o Cristianismo.
Os Evangelhos falam da ressurreição em corpo e espírito. Se se provasse que assim não tinha sido, os Evangelhos seriam postos em causa e por conseguinte, todo o Cristianismo tal como o conhecemos.
Hoje estive a ver o canal História enquanto almoçava e estava a passar um documentário exactamente sobre a ressurreição de Cristo.
De acordo com ele, se Jesus não se tivesse levantado do túmulo no jazigo de José de Arimateia, os discípulos teriam acabado por se disperçar, perdendo-se a transmissão dos pensamentos e palavras proferidos por Cristo.
O próprio Pedro já o tinha negado 3 vezes mesmo antes da Sua morte.
Com o Seu aparecimento aos discípulos em carne e osso, foi demonstrado que Ele tinha vencido a morte. A sua passagem imaculada pela Terra, tinha-lhe trazido a salvação eterna.
No fundo a base, a motivação da entrega das pessoas à causa de Cristo não tem tanto a ver com a sua doutrina de prática do bem, da necessidade de amarmos o próximo como a nós mesmos, mas com a salvação eterna: o medo da morte, o medo do desconhecido.
Só hoje, ao final de 45 anos, me apercebi disto.
Claro que a nossa salvação eterna à imagem d’Ele, dependerá da história terrena de cada um de nós. Não basta crer n’Ele; é preciso seguir os Seus passos na medida das nossas possibilidades humanas. Aliás, se não tivermos uma vida regrada de acordo com os ensinamentos que Ele nos deixou, como podemos de facto afirmar que cremos n’Ele?
Crer n’Ele significa seguir os seus ensinamentos.
Por isso Ele dizia que nem todos os que me chamam Senhor, entrarão no Reino dos Céus.
Agora percebo. Fez-se-me luz.
Disse-lhe que não percebia porque perturbaria assim tanto, descobrirem o corpo de Cristo. Cristo poderia ter ressuscitado em espírito e não em corpo.
Ela explicou-me que tal situação poria em causa todo o Cristianismo.
Os Evangelhos falam da ressurreição em corpo e espírito. Se se provasse que assim não tinha sido, os Evangelhos seriam postos em causa e por conseguinte, todo o Cristianismo tal como o conhecemos.
Hoje estive a ver o canal História enquanto almoçava e estava a passar um documentário exactamente sobre a ressurreição de Cristo.
De acordo com ele, se Jesus não se tivesse levantado do túmulo no jazigo de José de Arimateia, os discípulos teriam acabado por se disperçar, perdendo-se a transmissão dos pensamentos e palavras proferidos por Cristo.
O próprio Pedro já o tinha negado 3 vezes mesmo antes da Sua morte.
Com o Seu aparecimento aos discípulos em carne e osso, foi demonstrado que Ele tinha vencido a morte. A sua passagem imaculada pela Terra, tinha-lhe trazido a salvação eterna.
No fundo a base, a motivação da entrega das pessoas à causa de Cristo não tem tanto a ver com a sua doutrina de prática do bem, da necessidade de amarmos o próximo como a nós mesmos, mas com a salvação eterna: o medo da morte, o medo do desconhecido.
Só hoje, ao final de 45 anos, me apercebi disto.
Claro que a nossa salvação eterna à imagem d’Ele, dependerá da história terrena de cada um de nós. Não basta crer n’Ele; é preciso seguir os Seus passos na medida das nossas possibilidades humanas. Aliás, se não tivermos uma vida regrada de acordo com os ensinamentos que Ele nos deixou, como podemos de facto afirmar que cremos n’Ele?
Crer n’Ele significa seguir os seus ensinamentos.
Por isso Ele dizia que nem todos os que me chamam Senhor, entrarão no Reino dos Céus.
Agora percebo. Fez-se-me luz.
segunda-feira, abril 02, 2007
Comboios de alta velocidade
Na semana passada tive que ir à Alemanha em missão de serviço.
Até aqui, nada de especial. Tratava-se de mais uma de dezenas de missões de serviço que já fiz à Alemanha, apesar de nesta estarem envolvidos assuntos muito delicados e com largos milhões de euros à mistura.
Como a volta foi na 6ª feira, e contrariamente ao que é habitual, tivémos que fazer um percurso diferente de regresso: Munique --> Frankfurt --> Lisboa
A distância entre Munique e Frankfurt é cerca de 300Km, pelo que a viagem de avião, não deveria durar mais que 30 minutos. Acontece que desde que o avião levantou voo, até que pousou, decorreram mais de 2 horas.
Primeiro, houve (como aliás é costume) congestionamento aéreo no aeroporto de Munique, pelo que demorámos mais de meia hora desde que saímos da manga, até levantarmos voo.
Depois de cerca de 30 minutos de voo, andámos às voltas sobre Frankfurt, mais de quarenta minutos, para conseguirmos licença da torre de controlo para iniciar a aproximação à pista.
Em seguida e após tocarmos com as rodas no chão, demorámos mais uma eternidade a atravessar uma pista de aterragem, para nos deslocarmos para as mangas de desembarque.
Enquanto em Munique os aviões aterram uns atrás dos outros, em Frankfurt vistos da janela do avião, parecem mosquitos a aterrar todos ao mesmo tempo. Conseguem-se perfeitamente distinguir até ao horizonte, 10 a 15 aviões em simultâneo.
Frankfurt e Munique são dos maiores aeroportos de transbordo do Mundo.
Por sorte o avião para Lisboa, era bastante tarde, o que nos possibilitou andar nas calmas. Outros passageiros não tiveram a mesma sorte. Quando o avião parou, tiveram que pular dos assentos e desatar a correr pelos corredores fora, para apanharem os voos de ligação.
Não se pense que o avião que fez Munique --> Frankfurt era pequeno. Tratava-se de um Airbus A300, que leva mais de 250 passageiros. O avião, aliás como todos os outros, estava completamente cheio. Outro problema: acomodar aquela gente toda.
Como nós saímos de carro de Donauwoerth, teria sido mais rápido apanhar a auto-estrada na direcção de Stuttgart, e depois continuar para Frankfurt.
No entanto, o que é importante reter é a necessidade de incentivar a criação de um sistema ferroviário de alta velocidade, nomeadamente para distâncias pequenas (300 Km a 600 Km). Porque verdade seja dita, nestes tempos de transporte não estou a contabilizar o check-in, a passagem nos controles de bagagem, ....., as enormes distâncias a percorrer até às portas de embarque.
Obviamente que não faz sentido ir de comboio de Lisboa para Munique, mas faz todo o sentido ir de Munique para Frankfurt, de Paris para Londres, de Paris para Bruxelas, ....
Já não vou ao ponto como estão a pensar os Alemães de criarem os comboio de levitação magnética capazes de atingirem os 600 Km/h. Não! Estou a falar dos simples comboios de alta velocidade com rodas, capazes de atingir 350Km/h.
Com a criação do espaço comunitário, cada vez à mais pessoas a viajar, mais inter-câmbio de negócios, idéias, e na realidade o avião nalguns casos, nomeadamente no coração da Europa, não é alternativa de transporte.
Até aqui, nada de especial. Tratava-se de mais uma de dezenas de missões de serviço que já fiz à Alemanha, apesar de nesta estarem envolvidos assuntos muito delicados e com largos milhões de euros à mistura.
Como a volta foi na 6ª feira, e contrariamente ao que é habitual, tivémos que fazer um percurso diferente de regresso: Munique --> Frankfurt --> Lisboa
A distância entre Munique e Frankfurt é cerca de 300Km, pelo que a viagem de avião, não deveria durar mais que 30 minutos. Acontece que desde que o avião levantou voo, até que pousou, decorreram mais de 2 horas.
Primeiro, houve (como aliás é costume) congestionamento aéreo no aeroporto de Munique, pelo que demorámos mais de meia hora desde que saímos da manga, até levantarmos voo.
Depois de cerca de 30 minutos de voo, andámos às voltas sobre Frankfurt, mais de quarenta minutos, para conseguirmos licença da torre de controlo para iniciar a aproximação à pista.
Em seguida e após tocarmos com as rodas no chão, demorámos mais uma eternidade a atravessar uma pista de aterragem, para nos deslocarmos para as mangas de desembarque.
Enquanto em Munique os aviões aterram uns atrás dos outros, em Frankfurt vistos da janela do avião, parecem mosquitos a aterrar todos ao mesmo tempo. Conseguem-se perfeitamente distinguir até ao horizonte, 10 a 15 aviões em simultâneo.
Frankfurt e Munique são dos maiores aeroportos de transbordo do Mundo.
Por sorte o avião para Lisboa, era bastante tarde, o que nos possibilitou andar nas calmas. Outros passageiros não tiveram a mesma sorte. Quando o avião parou, tiveram que pular dos assentos e desatar a correr pelos corredores fora, para apanharem os voos de ligação.
Não se pense que o avião que fez Munique --> Frankfurt era pequeno. Tratava-se de um Airbus A300, que leva mais de 250 passageiros. O avião, aliás como todos os outros, estava completamente cheio. Outro problema: acomodar aquela gente toda.
Como nós saímos de carro de Donauwoerth, teria sido mais rápido apanhar a auto-estrada na direcção de Stuttgart, e depois continuar para Frankfurt.
No entanto, o que é importante reter é a necessidade de incentivar a criação de um sistema ferroviário de alta velocidade, nomeadamente para distâncias pequenas (300 Km a 600 Km). Porque verdade seja dita, nestes tempos de transporte não estou a contabilizar o check-in, a passagem nos controles de bagagem, ....., as enormes distâncias a percorrer até às portas de embarque.
Obviamente que não faz sentido ir de comboio de Lisboa para Munique, mas faz todo o sentido ir de Munique para Frankfurt, de Paris para Londres, de Paris para Bruxelas, ....
Já não vou ao ponto como estão a pensar os Alemães de criarem os comboio de levitação magnética capazes de atingirem os 600 Km/h. Não! Estou a falar dos simples comboios de alta velocidade com rodas, capazes de atingir 350Km/h.
Com a criação do espaço comunitário, cada vez à mais pessoas a viajar, mais inter-câmbio de negócios, idéias, e na realidade o avião nalguns casos, nomeadamente no coração da Europa, não é alternativa de transporte.
domingo, abril 01, 2007
Passeio de bicicleta à Baixa
No Domingo de manhã, decidi ir dar uma volta de bicicleta por Lisboa.
Meti-me no comboio e desci em Sacavém.
Fiz a zona da Expo toda e fui até Santa Apolónia.
Meti-me no comboio e desci em Sacavém.
Fiz a zona da Expo toda e fui até Santa Apolónia.


Aí a estrada estava interrompida por causa da meia-maratona.
Tive que me meter por dentro, subir a rua da Madalena e ir até ao Martim Moniz.
Quando quis voltar para o Rossio, este também estava fechado ao trânsito.

Meti pela rua do Coliseu, e fui sair à Avenida da Liberdade.
Subi até ao topo, a praça Marquês de Pombal.

Depois fiz o Parque Eduardo VII e fui até ao Palácio da Justiça.

A seguir foi fazer o percurso de volta até Santa Apolónia.
Como faltavam 50 minutos para chegar o comboio, decidi rolar mais um pouco até à Gare do Oriente, onde então apanhei o comboio.

Tirei montes de fotografias pelo caminho.
Conheço montes de cidades em Portugal e no estrangeiro. Cada vez mais tenho que reconhecer que Lisboa é a cidade mais lindas onde passei. É uma cidade com uma luminosidade toda muito especial.
Pena que ontem o Sol não estava perfeitamente descoberto.......havia uma pequenu nublina.
Não havia vento e a temperatura estava excelente para a prática do ciclismo.
Acabei por fazer 32Km. Não foi muito, mas diverti-me a valer.
Se um dia me sair o Euromilhões, tiro um dia inteiro e vou reformular o meu guarda-fatos nas lojas do lado direito que sobe, na Avenida da Liberdade.
É porta sim, porta sim, lojas das melhores marcas do Mundo.
Das cidades que eu conheço, assim com tantas lojas de marca em tão poucos metros quadrados, só me lembro de uma: Paris, junto ao Palácio do Eliseu. Mesmo Knitsbridge em Londres, desconfio que não tem tantas lojas tão credenciadas.
A pastelaria ao cimo da Avenida é outra loja de comer e chorar por mais.
A Avenida da Liberdade é só lojas de marca e instituições de seguros e bancárias.
Está um luxo!
O Parque Eduardo VII também está muito arranjado. No cimo existe um café (acho que se chama espelho de água), com Wi-Fi, onde se vê muita gente na esplanada a apanhar o Sol, a ler, a dedilhar o computador. Sítio muito sossegado e acolhedor para se passar uma manhã.

Já na Expo cada vez se vê mais gente a fazer jogging, passear de patins em linha, a andar de bicicleta, a jogar à bola.
Verdade seja dita, que o dia estava excelente para a prática de desporto a céu aberto.
Na Baixa, encontram-se muitos turistas, enchendo as esplanadas.

No corredor áereo que passa junto ao Parque Eduardo VII, os aviões a aterrar são uns atrás dos outros. Quase parece o aeroporto Charles de Gaule em Paris ou o Franz Josef Strauss em Munique. É impressionante!
Na realidade, alguma coisa tem que ser feita quanto ao Aeroporto de Lisboa.
Uma deliciosa manhã passada na companhia da minha insubstituível bicicleta, do meu querido Sol, da minha maravilhosa Lisboa.
Passeio ao Jardim Zoológico
Fez no Sábado 15 dias que fui passar o dia com a minha família ao Jardim Zoológico.
Há anos que lá não ía. Depois de casado, acho que só lá tinha estado uma vez.
Há anos que lá não ía. Depois de casado, acho que só lá tinha estado uma vez.
Gostei muito! Está muito diferente.
Dá-me a sensação que há menos bichos, mas que agora têm bem mais espaço.
Detestava ver por exemplo os tigres metidos numa grade de cimento.
Quando estavam com fome andavam junto às grades de um lado para o outro.
Era um pouco deprimente.
Agora não; têm espaço para se esticarem.
Os tigres albinos foi dos bichos que mais gostei de ver. São lindos!
Também gostei muito do passeio de teleférico. Tem-se uma panorâmica lindíssima sobre o Jardim e também sobre Lisboa.
A seguir ao almoço, fomos ver a actuação das focas e dos golfinhos. É um espectáculo muito bonito; muito bem preparado. Como prenda ainda tivémos todos direito a um beijinho de uma das focas.
A seguir assitimos à demonstração de voo de algumas aves. Algumas são tão grandes, que até faz confusão como podem voar. Bonito!
Enfim, um dia muito bem passado, com um tempo esplêndido.
A minha filha que nunca lá tinha ido, ficou encantada. Adorou especialmente as girafas e os ursos. Não gostou nada das aranhas. Se a conheço bem, o beijo da foca mexeu com ela. Tanto caminhou, que mal chegámos ao carro, adormeceu.
Todos gostámos muito do passeio.
O Sábado valeu.
quarta-feira, março 14, 2007
Costa da Caparica
Domingo de manhã é sinónimo de passeio de bicicleta.
Já há algum tempo que estava com vontade de ir à Costa da Caparica.
O tempo estava bom; dito e feito.
Pus a bicicleta no carro e aí fui eu.
De alguma forma também estava interessado em ver com os meus próprios olhos a terrível situação que o mar tinha criado junto ao parque de campismo.
Quando cheguei, deparei-me com montes de gente a passear no paredão. O tempo estava convidativo para isso.
Na zona norte para lá do restaurante “O Barbas” a praia sumiu por completo. antes os pescadores deslocavam-se para as pontas dos esporões para pescar. Agora não. Fazem-no mesmo a partir do paredão. O mar bate ali com muita força.

Junto à zona do parque de campismo, puseram um conjunto de pedregulhos ao acaso, para segurar as águas. Se assim não fosse à muito que o mar já tinha engolido aquela zona.
O que é estranho, é que quer a praia de S. João no extremo norte, quer as praias a sul dos esporões continuam a ter uma dimensão normal. 
Só onde houve intervenção humana é que parece que a areia desapareceu. Haverá aqui uma situação de causa-efeito?
A zona do Ninho, onde eu em miúdo muito me diverti e joguei mini-golf, desapareceu. Grande parte da mata, desapareceu. Agora parece ir tornar-se numa zona habitável. Eu é que não comprava ali uma casa, abaixo do nível do mar.
Na falésia a vários quilómetros da costa existem conchas. Os pescadores dizem que mais tarde ou mais cedo o mar irá reclamar o que em tempos foi dele.
A pressão habitacional degradou a Costa da Caparica. O sítio onde eu durante mais de 30 anos passei as minhas férias, me diverti, namorei, joguei à bola, está irreconhecível.
Ainda fui de bicicleta ao centro, para ver se captava alguma daquela áurea de outros tempos. Mas, nem aí.
Tão cedo não volto a passear por aquelas bandas. O sítio já não me diz grande coisa.
Foi bom, tenho grandes e deliciosas recordações, foi a praia onde conheci a minha querida esposa,...., mas são isso mesmo: recordações.
Já há algum tempo que estava com vontade de ir à Costa da Caparica.
O tempo estava bom; dito e feito.
Pus a bicicleta no carro e aí fui eu.
De alguma forma também estava interessado em ver com os meus próprios olhos a terrível situação que o mar tinha criado junto ao parque de campismo.
Quando cheguei, deparei-me com montes de gente a passear no paredão. O tempo estava convidativo para isso.
Na zona norte para lá do restaurante “O Barbas” a praia sumiu por completo. antes os pescadores deslocavam-se para as pontas dos esporões para pescar. Agora não. Fazem-no mesmo a partir do paredão. O mar bate ali com muita força.

Junto à zona do parque de campismo, puseram um conjunto de pedregulhos ao acaso, para segurar as águas. Se assim não fosse à muito que o mar já tinha engolido aquela zona.
O que é estranho, é que quer a praia de S. João no extremo norte, quer as praias a sul dos esporões continuam a ter uma dimensão normal.

Só onde houve intervenção humana é que parece que a areia desapareceu. Haverá aqui uma situação de causa-efeito?
A zona do Ninho, onde eu em miúdo muito me diverti e joguei mini-golf, desapareceu. Grande parte da mata, desapareceu. Agora parece ir tornar-se numa zona habitável. Eu é que não comprava ali uma casa, abaixo do nível do mar.
Na falésia a vários quilómetros da costa existem conchas. Os pescadores dizem que mais tarde ou mais cedo o mar irá reclamar o que em tempos foi dele.
A pressão habitacional degradou a Costa da Caparica. O sítio onde eu durante mais de 30 anos passei as minhas férias, me diverti, namorei, joguei à bola, está irreconhecível.
Ainda fui de bicicleta ao centro, para ver se captava alguma daquela áurea de outros tempos. Mas, nem aí.
Tão cedo não volto a passear por aquelas bandas. O sítio já não me diz grande coisa.
Foi bom, tenho grandes e deliciosas recordações, foi a praia onde conheci a minha querida esposa,...., mas são isso mesmo: recordações.
Meco
No Sábado reiniciei as minhas idas ao Meco.
Fui ver o mar e passeei pelo parque.

Contrariamente ao que estava à espera, a praia tem as mesmas dimensões de anos anteriores. Ali o mar não galgou a areia.
Como o tempo estava bom, almoçámos no jardim.
Soube-me tão bem......
Depois do almoço, fomos ao café.
Sentámo-nos na esplanada ao Sol.
Depois de tomar o café, a minha filha subiu para o meu colo.
Comecei a fazer-lhe festas nas costas.
O calor do Sol e as festas começaram a entorpecê-la; pai e filha quase a dormirem.
Como soube bem aquele bocadinho......
Eram 15:30, quando tivémos que nos levantar. A minha filha tinha uma festinha de anos de um amigo em Queluz. Como ainda tínhamos uma hora de caminho, não havia solução: tivémos que nos fazer à estrada.
Infelizmente o percurso que dura cerca de uma hora, transformou-se em duas. Apanhei um trânsito terrível de pára-arranca. A minha esposa, dormia. A minha filha, também. Enfim, tive a companhia do rádio.
Fosse como fosse, valeu a pena.
Já tinha saudades de sol, mar, campo, silêncio.
Este refúgio que temos, para mim vale ouro.
Só eu sei, o quanto gosto de estar ali, em comunhão com a Natureza e longe das multidões.
Fui ver o mar e passeei pelo parque.

Contrariamente ao que estava à espera, a praia tem as mesmas dimensões de anos anteriores. Ali o mar não galgou a areia.
Como o tempo estava bom, almoçámos no jardim.
Soube-me tão bem......
Depois do almoço, fomos ao café.
Sentámo-nos na esplanada ao Sol.
Depois de tomar o café, a minha filha subiu para o meu colo.
Comecei a fazer-lhe festas nas costas.
O calor do Sol e as festas começaram a entorpecê-la; pai e filha quase a dormirem.
Como soube bem aquele bocadinho......
Eram 15:30, quando tivémos que nos levantar. A minha filha tinha uma festinha de anos de um amigo em Queluz. Como ainda tínhamos uma hora de caminho, não havia solução: tivémos que nos fazer à estrada.
Infelizmente o percurso que dura cerca de uma hora, transformou-se em duas. Apanhei um trânsito terrível de pára-arranca. A minha esposa, dormia. A minha filha, também. Enfim, tive a companhia do rádio.
Fosse como fosse, valeu a pena.
Já tinha saudades de sol, mar, campo, silêncio.
Este refúgio que temos, para mim vale ouro.
Só eu sei, o quanto gosto de estar ali, em comunhão com a Natureza e longe das multidões.
sábado, março 10, 2007
Mau perder
Se há defeitos que tenho, um deles é ter mau perder.
A empresa está na eminência de perder centenas de milhares de euros, por incúria.
Apesar de não ter culpa, custa-me a aceitar tal facto.
Essa história que temos que ser esforçados, o que conta é a intenção, foi mais uma vitória moral,....., etc, etc, nem quero comentar!
A nossa obrigação é VENCER! Sermos os MELHORES!
Não há lugar para 2ºs ou 3ºs classificados.
Mais uma vez, perde a empresa, perde o país,....., os funcionários,....só têm o que merecem!
Perder para mim nunca é opção! NUNCA!!!!!!!!
A empresa está na eminência de perder centenas de milhares de euros, por incúria.
Apesar de não ter culpa, custa-me a aceitar tal facto.
Essa história que temos que ser esforçados, o que conta é a intenção, foi mais uma vitória moral,....., etc, etc, nem quero comentar!
A nossa obrigação é VENCER! Sermos os MELHORES!
Não há lugar para 2ºs ou 3ºs classificados.
Mais uma vez, perde a empresa, perde o país,....., os funcionários,....só têm o que merecem!
Perder para mim nunca é opção! NUNCA!!!!!!!!
terça-feira, fevereiro 27, 2007
A vida
A vida deve ser degustada sem pressas.
Devem-se saborear lentamente as pequenas vitórias do dia a dia e obviamente encaixar e perceber o porquê de algumas derrotas.
A vida é assim: altos e baixos.
Temos que modelá-la na medida do possível, para que os altos sejam mais frequentes que os baixos.
As estrondosas vitórias, normalmente ou são irrealistas ou baseadas em falsos alicerces. A realidade muitas vezes acaba por ser dura, com grandes derrotas.
Julgo ser preferível, um trabalho tipo formiguinha, com um objectivo, um fim, mas alcançável dia após dia através de pequenos passos.
No filme Titanic, durante o jantar, o protagonista pobre envolto num ambiente da maior sumptuosidade, faz um brinde, que eu acho brilhante: “que cada dia conte”
Há alguns anos atrás esta não era a minha forma de encarar a vida; era o sangue na guelra, a jovialidade. Hoje, o amadurecimento leva-me a pensar de outro modo, não menos performante, mas bem mais consistente.
Devem-se saborear lentamente as pequenas vitórias do dia a dia e obviamente encaixar e perceber o porquê de algumas derrotas.
A vida é assim: altos e baixos.
Temos que modelá-la na medida do possível, para que os altos sejam mais frequentes que os baixos.
As estrondosas vitórias, normalmente ou são irrealistas ou baseadas em falsos alicerces. A realidade muitas vezes acaba por ser dura, com grandes derrotas.
Julgo ser preferível, um trabalho tipo formiguinha, com um objectivo, um fim, mas alcançável dia após dia através de pequenos passos.
No filme Titanic, durante o jantar, o protagonista pobre envolto num ambiente da maior sumptuosidade, faz um brinde, que eu acho brilhante: “que cada dia conte”
Há alguns anos atrás esta não era a minha forma de encarar a vida; era o sangue na guelra, a jovialidade. Hoje, o amadurecimento leva-me a pensar de outro modo, não menos performante, mas bem mais consistente.
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Fim de semana caseiro
Este fim de semana foi passado em casa. Sábado ainda saímos para ir às compras, mas depois do almoço a pequenina começou a enroscar-se no sofá. A minha esposa foi-lhe tirar a temperatura, e zás,.....38ºC.
À parte da lida doméstica que tive que fazer, como agora passou a ser hábito, o fim de semana foi um “dolce fare niente”; nem de bicicleta andei.
Soube-me muito bem a pacatez e o sossego do lar, o convívio com a minha esposa e a minha filha e rodeado dos jornais, revistas e livros preferidos.
Adorei o fim de semana. Eu gosto tanto delas..........
O carro vai para 15 dias, que não lhe dou à chave. Não faz mal! É um Honda: veículo indestrutível, sólido, robusto, de uma fiabilidade sem par.
À parte da lida doméstica que tive que fazer, como agora passou a ser hábito, o fim de semana foi um “dolce fare niente”; nem de bicicleta andei.
Soube-me muito bem a pacatez e o sossego do lar, o convívio com a minha esposa e a minha filha e rodeado dos jornais, revistas e livros preferidos.
Adorei o fim de semana. Eu gosto tanto delas..........
O carro vai para 15 dias, que não lhe dou à chave. Não faz mal! É um Honda: veículo indestrutível, sólido, robusto, de uma fiabilidade sem par.
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