segunda-feira, outubro 14, 2013
Filme "Gravidade"
Já passaram mais de 48 horas desde que vi o filme: "Gravidade".
Por incrível que possa parecer, continuo a dar por mim a pensar no filme.
As imagens da Terra vista do espaço; o drama da cientista (Sandra Bulock) na tentativa desesperada de fugir a uma morte certa; a tranquilidade do comandante (George Clouney) perante uma gravidade destas e o cavalheirismo do seu sacrifício para permitir a continuação da vida da sua companheira, dificilmente me saí da cabeça.
Tenho que voltar a ver o filme, outra vez.
A inovação chamada "Blogger"
Agora que descobri o programa "Blogger" é para mim muito mais fácil "postar".
Antes tinha que guardar as ideias e depois ir ao computador pô-las em escritas. Claro que muitas vezes se esfumavam no tempo.
Agora, com esta invenção, descoberta pela minha querida esposa, é claro, tudo fica mais fácil.
Pode ser que a partir de agora, passe a escrever mais.
A ver, vamos!
segunda-feira, julho 15, 2013
Nem sei se isto é uma reflexão que valha a pena
É difícil descrever a tristeza na minha cara, na da minha mulher ou no focinho dos gatos.
Estávamos todos tão bem no Algarve. Que belos 15 dias!
E atenção, que eu adoro a minha casa, mas desta vez custou-me (-nos) muito regressar.
Talvez hoje não seja o dia mais apropriado para escrever este post.
Estávamos todos tão bem no Algarve. Que belos 15 dias!
E atenção, que eu adoro a minha casa, mas desta vez custou-me (-nos) muito regressar.
Talvez hoje não seja o dia mais apropriado para escrever este post.
Este post já tem uns meses, e eu esqueci-me de o publicar.
Porque não agora?
De regresso a casa
Hoje é um dia muito triste.
Dos cinco, apenas a minha filha está contente por regressar a casa.
As saudades do Algarve são imensas: do alpendre, da piscina, da satisfação dos gatos, ......, da tranquilidade, do silêncio, do relinchar do cavalo do vizinho.
Mal acabámos de transpôr a Ponte Vasco da Gama e entramos na A1, o que é isto????
Automóveis! Montes de automóveis!
As saudades do restaurante do Sr. Zé, em que a ementa não tem preços e onde pagávamos +/-20€ por um almoço para os três. Hoje o "Coelho à Caçador" estava absolutamente divinal.
As saudades do silêncio, da liberdade de estacionar o carro onde me apetece, seja em Monte Gordo, seja em Vila Real de Santo António, seja na praia, seja onde for.
As saudades dos passeios à noite.
Dos cinco, apenas a minha filha está contente por regressar a casa.
As saudades do Algarve são imensas: do alpendre, da piscina, da satisfação dos gatos, ......, da tranquilidade, do silêncio, do relinchar do cavalo do vizinho.
Mal acabámos de transpôr a Ponte Vasco da Gama e entramos na A1, o que é isto????
Automóveis! Montes de automóveis!
As saudades do restaurante do Sr. Zé, em que a ementa não tem preços e onde pagávamos +/-20€ por um almoço para os três. Hoje o "Coelho à Caçador" estava absolutamente divinal.
As saudades do silêncio, da liberdade de estacionar o carro onde me apetece, seja em Monte Gordo, seja em Vila Real de Santo António, seja na praia, seja onde for.
As saudades dos passeios à noite.
Aqui está outro "post" não publicado.
domingo, julho 07, 2013
Situações anormais
Estas férias, estão a ficar marcadas por algumas anormalidades.
A saber:
Eu próprio vi em Monte Gordo hotéis fechados.
Em Julho????
As casas que se alugavam à quinzena e posteriormente à semana, agora alugam-se ao dia.
Esta crise está a matar o País!
São urgentes medidas de incentivo ao crescimento, senão dentro de pouco tempo, não restará nada deste lindo Portugal.
A saber:
- A praça de Vila Real de Santo António está a trabalhar para aí a 50% (e estou a ser simpático). A maioria das bancas de venda estão encerradas, penso que por falta de clientes. Se os houvessem, certamente que haveria mais oferta. Quem já viu aquela praça numa azáfama feroz, com um entrar e sair de mercadorias e pessoas e a vê hoje..... Compreendo que o super-mercado Mercadona em Espanha não será alheio, bem como a enorme diferença de impostos, mas é pena! A crise económica faz o resto do estrago. É muito triste a visão que se tem, quando lá entramos.
- Aqui no montinho, raramente passam automóveis. O único ruído que se houve são dos pássaros ou um cavalo a relinchar, não sei bem de onde, mas, certamente de perto. Parece que os automóveis desapareceram! As férias assim são mais tranquilas, mas, não era preciso tanto.
- Em Monte Gordo à noite o volume de pessoas é por metade do habitual. Pouca gente nas ruas e muitos letreiros a dizerem "aluga-se".
- A maioria dos restaurantes estão às moscas. Aqui no nosso restaurante no montinho, na primeira noite para além de nós havia mais quatro pessoas; ontem estávamos sózinhos.
- Os carros na praia estacionam-se mesmo junto à praia; são para aí uma dúzia, se tanto. A praia do Adão e Eva, parece um areal de algum paraíso idílico dos mares do sul.
Eu próprio vi em Monte Gordo hotéis fechados.
Em Julho????
As casas que se alugavam à quinzena e posteriormente à semana, agora alugam-se ao dia.
Esta crise está a matar o País!
São urgentes medidas de incentivo ao crescimento, senão dentro de pouco tempo, não restará nada deste lindo Portugal.
Artur ressuscitado
Ao final de uma semana de férias, já me sinto eu.
Após dois meses mantido à base de um frasco de vitaminas, verifiquei que ainda precisei de uma semana de recuperação.
Normalmente dois a três dias eram suficientes.
Ou a idade já não é a mesma, ou este ano que passou forcei demasiado a barra, ou então foram as duas coisas.
Para mim um novo ano começa quando termino as férias; o dia 31 de Dezembro, não me diz nada.
Tenho que alterar algo na minha vida profssional, com carácter de urgência.
É impossível continuar a viver assim.
Caso contrário acabo comigo e não estou nessa disposição.
Os meus objectivos privados mantém-se: aprofundar o Alemão e o Catia V5, bem como cuidar um pouco mais da minha compleição física.
Tenho é que ter mais tacto, na distribuição horária do esforço.
Após dois meses mantido à base de um frasco de vitaminas, verifiquei que ainda precisei de uma semana de recuperação.
Normalmente dois a três dias eram suficientes.
Ou a idade já não é a mesma, ou este ano que passou forcei demasiado a barra, ou então foram as duas coisas.
Para mim um novo ano começa quando termino as férias; o dia 31 de Dezembro, não me diz nada.
Tenho que alterar algo na minha vida profssional, com carácter de urgência.
É impossível continuar a viver assim.
Caso contrário acabo comigo e não estou nessa disposição.
Os meus objectivos privados mantém-se: aprofundar o Alemão e o Catia V5, bem como cuidar um pouco mais da minha compleição física.
Tenho é que ter mais tacto, na distribuição horária do esforço.
domingo, junho 23, 2013
A precisar urgentemente de Férias
Falta exactamente uma semana para entrar de férias.
Necessito desesperadamente destas férias.
Preciso de deixar esta vida para trás e fazer uma nova, para limpar a alma e reconfortar o corpo.
Ao final de um ano de trabalho, acho que mereço.
Mudança
As pessoas normalmente são avessas à mudança. Adaptam-se às situações, criam a sua zona de conforto e convivem bem com ela.
Por vezes é absolutamente necessário que essa zona de conforto desapareça. As pessoas sentem-se desconfortáveis, muitas vezes desorientadas, mas acabam por conseguir estabilizar a sua vida noutro patamar, crescendo ou pelo menos aumentando a sua experiência de vida.
Julgo que estou a atingir esse estádio; em que a minha zona de conforto vai desaparecer e eu inevitavelmente vou ter de assumir outra forma, outro estar perante a vida.
Como dizia um actor português de que não me lembro o nome: "É a vida!"
Como dizia o filósofo alemão Nitsche: "O que não nos mata, fortalece-nos".
quarta-feira, maio 29, 2013
Grande Lição
Nós todos os dias aprendemos algo.
Por vezes, somos violentamente abanados, com o que aprendemos.
Foi o que me aconteceu hoje.
Ao longos dos meus 25 anos de trabalho, sem dei às empresas onde trabalhei, tudo o meu melhor esforço e dedicação,....., mas esqueci-me de mim.
Uma das situações que mais me marcou na vida, foi o calvário dos salários em atraso com que o meu pai foi forçado a conviver anos a fio, sabe Deus com que sacrifício.
Eu quando acabei o meu curso, entendi que deveria ajudar as empresas onde iria trabalhar até ao limite das minhas forças, para que os funcionários com que trabalhasse (e seus familiares), nunca sentissem na pele tal flagelo, visto que no meu caso, face ao meu nível instrucional seria sempre mais fácil mudar de emprego.
Assim procedi sempre ao longo da minha vida profissional.
46, 48 horas de trabalho semanal, passou a ser uma rotina habitual.
Acontece que me esqueci de mim mesmo; esqueci-me que os tempos mudam, e é preciso fazer reciclagens permanentes para nos mantermos tecnicamente a um nível superior.
Nomeadamente, forem aparecendo certos softwares, aos quais nunca dediquei muita atenção.
Esses programas agora passaram a ser standard nas empresas e eu hoje deparei-me que alguns deles não domino.
Foi um choque tremendo para mim. Foi um confrontar com uma realidade,a qual deixei passar ao lado por muito tempo.
Mas aqui o Artur, passado o choque, não é homem para se deixar abater.
Está na altura, de deixar de pensar como funcionário por conta de terceiros e encarar-me como empresário por conta própria prestador de serviços.
Não será uma mudança de 8 para 80! Será sim uma mudança para 40!
No centro é que está a virtude.
Por vezes, somos violentamente abanados, com o que aprendemos.
Foi o que me aconteceu hoje.
Ao longos dos meus 25 anos de trabalho, sem dei às empresas onde trabalhei, tudo o meu melhor esforço e dedicação,....., mas esqueci-me de mim.
Uma das situações que mais me marcou na vida, foi o calvário dos salários em atraso com que o meu pai foi forçado a conviver anos a fio, sabe Deus com que sacrifício.
Eu quando acabei o meu curso, entendi que deveria ajudar as empresas onde iria trabalhar até ao limite das minhas forças, para que os funcionários com que trabalhasse (e seus familiares), nunca sentissem na pele tal flagelo, visto que no meu caso, face ao meu nível instrucional seria sempre mais fácil mudar de emprego.
Assim procedi sempre ao longo da minha vida profissional.
46, 48 horas de trabalho semanal, passou a ser uma rotina habitual.
Acontece que me esqueci de mim mesmo; esqueci-me que os tempos mudam, e é preciso fazer reciclagens permanentes para nos mantermos tecnicamente a um nível superior.
Nomeadamente, forem aparecendo certos softwares, aos quais nunca dediquei muita atenção.
Esses programas agora passaram a ser standard nas empresas e eu hoje deparei-me que alguns deles não domino.
Foi um choque tremendo para mim. Foi um confrontar com uma realidade,a qual deixei passar ao lado por muito tempo.
Mas aqui o Artur, passado o choque, não é homem para se deixar abater.
Está na altura, de deixar de pensar como funcionário por conta de terceiros e encarar-me como empresário por conta própria prestador de serviços.
Não será uma mudança de 8 para 80! Será sim uma mudança para 40!
No centro é que está a virtude.
sábado, maio 04, 2013
Apontamentos antigos: Sem atitude, a massa não cresce
Para enriquecer, é preciso encarar a vida de uma maneira especial.
Estes são alguns dos segredos, segundo o especialista T. Harv Eker.
Homem rico: Admira os ricos e quer aprender com eles.
Homem pobre: Inveja os ricos, deseja-lhes mil e uma desgraças.
Homem rico: Perante um desafio: "Vai funcionar, porque eu vou fazê-lo funcionar"
Homem pobre: Perante um desafio: "Não vai funcionar"
Homem rico: Alia-se a pessoas prósperas.
Homem pobre: Rodeia-se de amigos miseráveis.
Homem rico: Dedica toda a sua energia a procurar soluções.
Homem pobre: Fica paralisado quando surgem problemas.
Homem rico: Prefere que lhe paguem pelos resultados obtidos.
Homem pobre: Prefere a segurança de um salário fixo ou ser pago à hora.
Homem rico: Trabalha muito, poupa e investe para não ter de trabalhar mais.
Homem pobre: Trabalha muito, gasta tudo e tem que continuar a trabalhar.
Homem rico: Aprende e está sempre em formação.
Homem pobre: Pensa que já sabe tudo.
Apontamentos antigos: Exausto!
Estou absolutamente exausto!
Estou farto de trabalhar, mas o trabalho é cada vez mais.
Assim não dá. Chego ao final da 5 feira e já estou de rastos.
Francamente não sei que fazer.
Apontamentos antigos: IPad
Aqui está um assunto que me tem dividido profundamente.
Por um lado, adorava ter um, por outro sou incapaz de dispender a verba para efectuar a compra.
Que dilema terrível!
Adorava fazer alguns cursos do iTunesU no iPAD, mas dispender 700€ ...... parece-me um valor exagerado.
Vou vivendo tirando o máximo que posso do meu iPhone.
Pode ser que um dia me saia uns tostões no Euromilhões e assim satisfazer o meu desejo.
Apontamentos antigos: Retoma do trabalho
E cá estou eu de volta ao trabalho, à resolução de problemas, à criação de documentação que facilite o trabalho na Produção.
Por vezes digo que se me saísse o Euromilhões deixaria de trabalhar. Acontece que faço o que gosto e portanto tal opção não seria viável.
A minha vida não teria o mesmo sentido se não me sentisse útil para a Sociedade.
Apontamentos antigos: Novo Ano
Cá estamos nós no Novo Ano de 2013.
Estou disposto a que seja um ano diferente. Não vale a pena começarmo-nos a preocupar com o que poderá acontecer. O que é preciso é levar um dia de cada vez e ajustar comportamentos e acções à medida que os acontecimentos se vão desenrolando.
Dois objectivos são no entanto claros para mim.
Um deles é incrementar a prática do exercício físico.
A outra é direccionar mais o meu esforço intelectual; a minha procura do conhecimentos das coisas. É preciso reconhecer a limitação intelectual e portanto "saber mais de cada vez menos".
São estes os meus objectivos para este novo ano. Nada de muito ambicioso; mais de racionalização de esforço e recursos.
segunda-feira, março 18, 2013
Regresso ao Estudo
Regressei aos meus estudos.
Estive algum tempo afastado destas lides, mas senti a falta.
A minha massa encefálica, precisa do estudo, como um drogado necessita de "material".
Assim, só há uma coisa a fazer: alimentá-la.
Estive algum tempo afastado destas lides, mas senti a falta.
A minha massa encefálica, precisa do estudo, como um drogado necessita de "material".
Assim, só há uma coisa a fazer: alimentá-la.
domingo, dezembro 30, 2012
Ano Novo
Com a chegada do Ano Novo é normal fazerem-se planos diferentes. É costume dizer-se: ai, este ano vou fazer isto ou aquilo.
A verdade é que pretendo fazer alguns ajustes comportamentais, por muito que não se coadunem com a minha própria maneira de ser.
Mas sendo para meu bem e para bem da minha família, não posso deixar de os fazer.
As minhas mulheres
De facto, quando se tem uma esposa e uma filha como eu tenho, que mais posso eu pedir a Deus?
Seria quase criminoso pedir-Lhe mais o que quer que seja.
Seria quase criminoso pedir-Lhe mais o que quer que seja.
segunda-feira, dezembro 17, 2012
iTunes U: Um Mundo maravilhoso!
Se existem coisas que adoro fazer, é aprender.
Dá-me a sensação que à medida que vou envelhecendo, a minha apetência pelo conhecimento cresce exponencialmente.
Infelizmente por falta de tempo, ou por cansaço, nem sempre lhe dedico o tempo a que por direito o conhecimento, tem dentro da minha pessoa.
Há algum tempo descobri o iTunes U, que tem cursos gratuitos absolutamente fenomenais, fascinantes.
No meu percurso de vida, tive afelicidade de conhecer várias pessoas que influenciaram profundamente a minha forma de ver a vida e as coisas. Trouxeram-me o discernimento para ver o "teatro para além da cortina" se assim se pode dizer. Infelizmente porque todas essas pessoas eram mais velhas do que eu, o ciclo natural da vida tem-se encarregado de as levar para "outras paragens" sejam elas quais forem e eu, tenho vindo a ficar cada vez mais pobre.
Os cursos da iTunes U vieram colmatar de alguma forma essa perca.
Têm-me aberto a mente para as tais realidades para além da cortina.
Dentro desses cursos gostaria de salientar os últimos que estudei, em assuntos bem diferentes:
- Astronomy - for iPod/iPhone
- What Great Bosses Know.
Um exemplo interessante:
Quanto vale a soma dos ângulos internos de um triângulo? 180º, certo?
Bem, depende. Na geometria plana, dita Euclediana, sim, mas o espaço é plano ou curvo?
Sendo curvo, podem valer mais de 180º ou menos de 180º.
Cá está a tal cortina aberta de que falo. Temos de ter cuidado com as ditas verdades absolutas.
Todos os dias a seguir ao almoço tiro 1/4 de hora para alimentar a mente.
Não é só o físico que precisa de ser alimentado. Aliás eu prefiro alimentar o espírito do que alimentar o corpo. Na minha idade, ele começa a contentar-se com pouco.
Caro Steve Jobs, o meu profundo agradecimento pelo legado que deixaste à Humanidade.
Repousa em paz.
A mão do diabo
Acabei ontem à noite de ler o último livro do José Rodrigues dos Santos: "A mão do diabo"
Primeiro que tudo tenho de reconhecer que o País tem nele um dos melhores escritores deste virar de século.
Tem uma escrita escorreita, directa e que nos transporta imediatamente para a cena.
A técnica é muito semelhante à de Dan Brawn, para para mim, muito melhor.
Praticamente li todos os livros dele.
-------------------------------------------------------"-------------------------------------------------------------
Passadas várias semanas, acho que já me sinto em condições de concluir este "post".
Quando acabei o livro estava demasiado quente para o comentar.
A realidade retratada no livro é muito dura.
Nós temos sempre a ideia que os políticos têm um profundo Sentido de Estado; i.e., que tomam não as decisões que lhes sejam particularmente vantajosas, mas sim aquelas que mais interessam ao País.
Pelo menos é pensando assim, que eu tenho ído desinteressadamente às urnas votar, em todas as eleições que houve até hoje.
Quando vejo um jornalista como o José Rodrigues dos Santos, que está muito perto dos meandros políticos escrever o que escreveu, obviamente retira-me o encantamento da política, desacreditando-a.
Saber que o Sentido de Estado é um palavra vã, e que toda (ou pelo menos grande parte) daquela gente está na política apenas para tirar dividendos pessoais, mesmo que estes vão contra os interesses da Nação, deixam-me no mínimo, triste!
Em todas as profissões sempre existiram bons e maus profissionais; gente séria e gente desonesta, mas pelo volume de gente que as decisões políticas toca no presente o no futuro, penso que deveria obrigar a um acrescido cuidado nas acções a tomar.
A frase de Edmund Burke com que termina o livro, ensina-nos que não podemos baixar os braços: "Para que o mal triunfe basta que os homens bons nada façam."
Compreendo a mensagem, mas depois de ler o livro ........ não sei francamente o que pensar.
Primeiro que tudo tenho de reconhecer que o País tem nele um dos melhores escritores deste virar de século.
Tem uma escrita escorreita, directa e que nos transporta imediatamente para a cena.
A técnica é muito semelhante à de Dan Brawn, para para mim, muito melhor.
Praticamente li todos os livros dele.
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Passadas várias semanas, acho que já me sinto em condições de concluir este "post".
Quando acabei o livro estava demasiado quente para o comentar.
A realidade retratada no livro é muito dura.
Nós temos sempre a ideia que os políticos têm um profundo Sentido de Estado; i.e., que tomam não as decisões que lhes sejam particularmente vantajosas, mas sim aquelas que mais interessam ao País.
Pelo menos é pensando assim, que eu tenho ído desinteressadamente às urnas votar, em todas as eleições que houve até hoje.
Quando vejo um jornalista como o José Rodrigues dos Santos, que está muito perto dos meandros políticos escrever o que escreveu, obviamente retira-me o encantamento da política, desacreditando-a.
Saber que o Sentido de Estado é um palavra vã, e que toda (ou pelo menos grande parte) daquela gente está na política apenas para tirar dividendos pessoais, mesmo que estes vão contra os interesses da Nação, deixam-me no mínimo, triste!
Em todas as profissões sempre existiram bons e maus profissionais; gente séria e gente desonesta, mas pelo volume de gente que as decisões políticas toca no presente o no futuro, penso que deveria obrigar a um acrescido cuidado nas acções a tomar.
A frase de Edmund Burke com que termina o livro, ensina-nos que não podemos baixar os braços: "Para que o mal triunfe basta que os homens bons nada façam."
Compreendo a mensagem, mas depois de ler o livro ........ não sei francamente o que pensar.
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