Um dia absolutamente perfeito.
De manhã um passeio até à praia (eu disse-te mar, que não me tinha esquecido de ti na semana passada).
A seguir, um almoço divinal no jardim.
Depois, novo passeio até ao café para tomar o dito cujo.
Estava a acabar de bebê-lo e senti que me estava a passar uma coisa estranha pela vista.
Regressei a casa e fui dormir uma soneca. Acordei por volta das 17:00.
A filhota começou-me a puxar para ir à piscina. Assim como assim, lá fui para lhe fazer companhia. Não é que a água estava uma maravilha?! Lá dei uns mergulhos, umas palhaçadas com ela dentro de água e umas braçadas, para estimular os músculos.
Saímos por volta das 18:30 e fui com a minha cara metade comer um gelado. Novo passeio para me despedir-me do mar.
Um jantar ligeiro e o regresso anunciado a casa.
Um dia destes liberta o espírito de tudo e mais alguma coisa.
NOTA:
Levei o portátil para o meu refúgio e não tive tempo para o abrir. Ainda bem! Bom sinal!
domingo, outubro 09, 2011
domingo, outubro 02, 2011
Semanas de 50 horas de trabalho, morreram!
Tomei uma decisão que vai ter repercussões na minha vida!
Semanas de 50 horas de trabalho, vão acabar!
Isto não é forma de viver! Ainda por cima quando stou a trabalhar para outros!
A vida não se compadece com estes esforços!
Quando estiver deitao numa cama, no final da minha vida, de certeza que não vou pensar que poderia ter trabalhado ainda um pouco mais!
50 horas, no more!
Semanas de 50 horas de trabalho, vão acabar!
Isto não é forma de viver! Ainda por cima quando stou a trabalhar para outros!
A vida não se compadece com estes esforços!
Quando estiver deitao numa cama, no final da minha vida, de certeza que não vou pensar que poderia ter trabalhado ainda um pouco mais!
50 horas, no more!
Sábado, dia 1 de Outubro 2011
Um excelente dia passado no meu refúgio, com muito calor.
Passeio à beira da piscina, mas com água fria para meu gosto. A filhota é que nunca se recusa.
Maravilhoso almoço e uma soneca à tarde......tão retemperadora que matei todos os maus espíritos.
Não fui espreitar o mar. Não fiques triste. Da próxima vez vou-te visitar.
Palavra de Artur José.
Passeio à beira da piscina, mas com água fria para meu gosto. A filhota é que nunca se recusa.
Maravilhoso almoço e uma soneca à tarde......tão retemperadora que matei todos os maus espíritos.
Não fui espreitar o mar. Não fiques triste. Da próxima vez vou-te visitar.
Palavra de Artur José.
domingo, setembro 25, 2011
Exposição de arte moderna do Joe Berardo


Devo ter de facto um problema (será defeito) de profissão.
Não consigo identificar-me com estas pinturas e esculturas.
Por muito importantes que possam ser, visto retratarem uma certa época contemporânea das artes, eu não queria nenhuma delas pendurada nas paredes em casa.
Vieram-me as lágrimas aos olhos quando deparei com a fachada do "Duomo"(Santa Maria del Fiore) em Florença.
Mexeu comigo a Igreja de São João Baptista em Malta.
Agora........... não! Mesmo o próprio Centro Cultural de Belém ........
Exposição dos 50 anos da boneca Barbie


A Exposição dos 50 anos da boneca Barbie.
Houve uma colega minha que viu esta mesma exposição em Praga.
Mereceu toda a minha atenção, porque de facto, os vestidos eram excepcionalmente bem feitos. Os adereços, pulseiras, unhas pintadas, brincos,.... eu sei lá.... um ESPECTÁCULO!!!!!
Havia personagens públicas que estavam retratadas de uma forma magistral: a Cher, Elizabeth Taylor, .....
Manhã de praia no Estoril


Fez Sábado oito dias, tive um dia deliciosamente simples.
A minha mulher, a minha filha e eu, fomos passear de carro pela Marginal.
Parámos no Estoril e fomos para a praia.
Enquanto a minha mulher lia um dos seus livros predilectos, nós fomos passear à beira mar e ver os peixes.....que, por acaso, tinham umas cores lindas!
A água estava um espectáculo! Acabei por me molhar até ao pescoço!
Passeámos pela praia e fizémos um castelo na areia.
Nada mais simples, nada mais delicioso!
As coisas simples, por vezes, são as que sabem melhor!
terça-feira, setembro 13, 2011
História de Vida
Existem textos que de deixam sem palavras.
Este é um deles. É uma história.....que só lendo.
Quando era uma pequena menina indefesa fui brutalmente agredida pela minha mãe. Ela bateu-me tanto que me tornei numa poça de sangue, mas fui salva pela minha avó que me levou para o hospital. Este espancamento deveu-se ao facto da minha avó não querer dar dinheiro à minha mãe para ela ir comprar droga. E ela decidiu retaliar em mim. Eu odiava a minha mãe e não sabia o que era ter um pai. A minha mãe nunca falou dele a ninguém e ai de quem a questionasse acerca desse assunto.
Cresci num ambiente muito violento. Existiam agressões diárias psicológicas, verbais e físicas. Quando fiz 18 anos, a minha avó morreu e as coisas deterioram-se mais. Passei a ter uma vida ainda mais miserável em que não havia nada para comer e em que por vezes era expulsa de casa pela minha mãe. E era assim obrigada a dormir na rua, com medo, com frio, com chuva, com fome. A mendigar esmolas e comida a todos os que passavam na rua.
Não continuei os estudos, pois estava fora de hipótese ir para a Universidade. E eu só tinha conseguido concluir o 12º por causa da minha avó. Por isso, fui trabalhar como empregada de mesa. Estava com esperança que ao começar a ganhar dinheiro a minha vida viesse a melhorar. Mas a minha mãe agredia-me violentamente e obrigava-me a dar-lhe todo o dinheiro que eu ganhava para ela gastar em álcool e drogas. Nunca havia comida em casa, mas felizmente podia almoçar e jantar no Restaurante onde trabalhava. Eles conheciam a minha situação e davam-me comida.
Com 20 anos sentia-me uma mulher velha com os sonhos desfeitos que vivia aterrorizada e cuja única preocupação era matar a fome. Tinha de assistir constantemente às ressacas da minha mãe e às agressões que existiam entre ela e outros drogados que frequentavam todas as semanas a nossa casa. Estava mergulhada numa tristeza tão grande que um dia desesperada decidi que queria esquecer tudo e injectei-me. E senti-me leve e livre de toda aquela miséria. E claro, viciei-me naquela sensação de liberdade. Tornei-me eu própria dependente. Eu só ía trabalhar para ganhar dinheiro para a droga. Agora as guerras entre eu a minha mãe eram sobre quem ficava com mais, quem se podia injectar mais vezes.
Comecei a ficar escanzelada. Parecia uma morta viva e a minha dependência tornou o meu comportamento intolerável. Fui despedida e voltei à miséria. Não tinha nada porque lutar, restava-me morrer com uma overdose ou de fome.
Uma manhã bateram à porta. Fui abrir e era um senhor muito bem vestido que perguntava pela minha mãe. Eu disse-lhe que ela tinha saído e ele perguntou se eu era a Carla. Respondi que sim e ele disse-me que era o meu Pai. E abraçou-me a chorar. Eu sentia-me confusa e desconfortável, mas não tinha forças para o afastar e perguntar-lhe. Sim, porque eu tinha tantas perguntas na minha cabeça...
Ele contou-me que a minha mãe me tinha roubado dele quando ele a ameaçou tirar-me dela se ela não fosse para uma Clínica fazer uma desintoxicação. Na altura eu tinha 6 meses. Ele procurou por mim este tempo todo…e isso fazia-me feliz. Era uma sensação tão estranha. Eu nunca me tinha sentido feliz. E já tinha 25 anos.
O meu Pai disse-me que iria cuidar de mim de agora em diante, proteger-me e levar-me dali. Fiz as malas e vim embora com ele. Eu tinha um motivo para viver e eu queria lutar. O meu Pai ajudou-me a fazer a desintoxicação (nunca mais me aproximei de drogas), ajudou-me a voltar a estudar e consegui terminar uma Licenciatura em Psicologia, ajudou-me a acreditar em mim e deu-me amor, carinho, compreensão e colo. O meu Pai fez-me acreditar nos seres humanos e na vida.
Aos 42 anos apaixonei-me a sério. O Eduardo era um homem tão gentil, tão sereno, tão terno. Fomos viver juntos passado um ano. Todos os momentos que passamos juntos foram extraordinários, mas ele queria ter filhos e eu não me sentia capaz de ser mãe. Pela idade, por tudo o que passei…e ele não compreendia. E os nossos caminhos separaram-se. Quando olho para trás sinto que fui cobarde. Eu podia ter tentado mais.
Passaram-se dois anos e estava sozinha. Tinha o meu trabalho e o meu pai. Sentia-me incompleta. E decidi ultrapassar os meus medos e adoptar sozinha uma criança. E conheci a Maria já na fase de adolescência. Era uma rebelde encantadora e foi amor à primeira vista para ambas. Até todo o processo ter sido concluído foi muito complicado, mas valeu a pena. Ela faz-me muito feliz e sinto que ao ser mãe dela, ao cuidar dela estou a libertar-me do meu passado. Ser mãe é uma coisa maravilhosa.
No início deste ano conheci o Shiuuuu por acaso e decidi enviar um segredo a contar uma parte da minha infância maldita. Daí recebo um e-mail dos administradores a informarem-me que alguém que tinha visto o segredo gostaria de conversar comigo e que se chamava Eduardo… Seria? E naqueles acasos que só acontecem na imaginação ou nos filmes ou nos sonhos eu voltei a encontrar o Eduardo que continuava sozinho.
Claro que voltamos a reviver o nosso amor. Claro que já vivemos juntos e felizes. Na nossa idade é proibido perder tempo. A Maria adora o Eduardo e ele faz tudo por ela.
Sou feliz. Graças ao meu Pai, à Maria, ao Eduardo, ao Shiuuuu e a mim.
Obrigado a todos. Sou uma mulher completa.
Retirado do blogue SHIUUUU
Este é um deles. É uma história.....que só lendo.
Quando era uma pequena menina indefesa fui brutalmente agredida pela minha mãe. Ela bateu-me tanto que me tornei numa poça de sangue, mas fui salva pela minha avó que me levou para o hospital. Este espancamento deveu-se ao facto da minha avó não querer dar dinheiro à minha mãe para ela ir comprar droga. E ela decidiu retaliar em mim. Eu odiava a minha mãe e não sabia o que era ter um pai. A minha mãe nunca falou dele a ninguém e ai de quem a questionasse acerca desse assunto.
Cresci num ambiente muito violento. Existiam agressões diárias psicológicas, verbais e físicas. Quando fiz 18 anos, a minha avó morreu e as coisas deterioram-se mais. Passei a ter uma vida ainda mais miserável em que não havia nada para comer e em que por vezes era expulsa de casa pela minha mãe. E era assim obrigada a dormir na rua, com medo, com frio, com chuva, com fome. A mendigar esmolas e comida a todos os que passavam na rua.
Não continuei os estudos, pois estava fora de hipótese ir para a Universidade. E eu só tinha conseguido concluir o 12º por causa da minha avó. Por isso, fui trabalhar como empregada de mesa. Estava com esperança que ao começar a ganhar dinheiro a minha vida viesse a melhorar. Mas a minha mãe agredia-me violentamente e obrigava-me a dar-lhe todo o dinheiro que eu ganhava para ela gastar em álcool e drogas. Nunca havia comida em casa, mas felizmente podia almoçar e jantar no Restaurante onde trabalhava. Eles conheciam a minha situação e davam-me comida.
Com 20 anos sentia-me uma mulher velha com os sonhos desfeitos que vivia aterrorizada e cuja única preocupação era matar a fome. Tinha de assistir constantemente às ressacas da minha mãe e às agressões que existiam entre ela e outros drogados que frequentavam todas as semanas a nossa casa. Estava mergulhada numa tristeza tão grande que um dia desesperada decidi que queria esquecer tudo e injectei-me. E senti-me leve e livre de toda aquela miséria. E claro, viciei-me naquela sensação de liberdade. Tornei-me eu própria dependente. Eu só ía trabalhar para ganhar dinheiro para a droga. Agora as guerras entre eu a minha mãe eram sobre quem ficava com mais, quem se podia injectar mais vezes.
Comecei a ficar escanzelada. Parecia uma morta viva e a minha dependência tornou o meu comportamento intolerável. Fui despedida e voltei à miséria. Não tinha nada porque lutar, restava-me morrer com uma overdose ou de fome.
Uma manhã bateram à porta. Fui abrir e era um senhor muito bem vestido que perguntava pela minha mãe. Eu disse-lhe que ela tinha saído e ele perguntou se eu era a Carla. Respondi que sim e ele disse-me que era o meu Pai. E abraçou-me a chorar. Eu sentia-me confusa e desconfortável, mas não tinha forças para o afastar e perguntar-lhe. Sim, porque eu tinha tantas perguntas na minha cabeça...
Ele contou-me que a minha mãe me tinha roubado dele quando ele a ameaçou tirar-me dela se ela não fosse para uma Clínica fazer uma desintoxicação. Na altura eu tinha 6 meses. Ele procurou por mim este tempo todo…e isso fazia-me feliz. Era uma sensação tão estranha. Eu nunca me tinha sentido feliz. E já tinha 25 anos.
O meu Pai disse-me que iria cuidar de mim de agora em diante, proteger-me e levar-me dali. Fiz as malas e vim embora com ele. Eu tinha um motivo para viver e eu queria lutar. O meu Pai ajudou-me a fazer a desintoxicação (nunca mais me aproximei de drogas), ajudou-me a voltar a estudar e consegui terminar uma Licenciatura em Psicologia, ajudou-me a acreditar em mim e deu-me amor, carinho, compreensão e colo. O meu Pai fez-me acreditar nos seres humanos e na vida.
Aos 42 anos apaixonei-me a sério. O Eduardo era um homem tão gentil, tão sereno, tão terno. Fomos viver juntos passado um ano. Todos os momentos que passamos juntos foram extraordinários, mas ele queria ter filhos e eu não me sentia capaz de ser mãe. Pela idade, por tudo o que passei…e ele não compreendia. E os nossos caminhos separaram-se. Quando olho para trás sinto que fui cobarde. Eu podia ter tentado mais.
Passaram-se dois anos e estava sozinha. Tinha o meu trabalho e o meu pai. Sentia-me incompleta. E decidi ultrapassar os meus medos e adoptar sozinha uma criança. E conheci a Maria já na fase de adolescência. Era uma rebelde encantadora e foi amor à primeira vista para ambas. Até todo o processo ter sido concluído foi muito complicado, mas valeu a pena. Ela faz-me muito feliz e sinto que ao ser mãe dela, ao cuidar dela estou a libertar-me do meu passado. Ser mãe é uma coisa maravilhosa.
No início deste ano conheci o Shiuuuu por acaso e decidi enviar um segredo a contar uma parte da minha infância maldita. Daí recebo um e-mail dos administradores a informarem-me que alguém que tinha visto o segredo gostaria de conversar comigo e que se chamava Eduardo… Seria? E naqueles acasos que só acontecem na imaginação ou nos filmes ou nos sonhos eu voltei a encontrar o Eduardo que continuava sozinho.
Claro que voltamos a reviver o nosso amor. Claro que já vivemos juntos e felizes. Na nossa idade é proibido perder tempo. A Maria adora o Eduardo e ele faz tudo por ela.
Sou feliz. Graças ao meu Pai, à Maria, ao Eduardo, ao Shiuuuu e a mim.
Obrigado a todos. Sou uma mulher completa.
Retirado do blogue SHIUUUU
sábado, setembro 10, 2011
Ontem foi um dos dias mais tristes da minha vida
Ontem fui acompanhar o corpo do meu tio do Mosteiro dos Jerónimos ao cemitério do Alto de São João.
Ainda hoje, tenho dificuldade em falar sobre o assunto.
Custou-me muito! Eu gostava muito dele e ele de mim!
O meu tio, foi o meu mentor, incentivador intelectual durante toda a minha vida.
O meu modelo como ser humano, como comunicador, como referência no campo do conhecimento. Adorava conversar com ele. Ele conseguia como ninguém estimular os meus neurónios, os meus sentidos.
Sempre o conheci com um livro no colo. Lia tudo o que lhe aparecesse pela frente, versando fosse que tema fosse.
Esta busca incessante pelo conhecimento talvez proviesse do facto de ser Professor da Faculdade de Medicina de Lisboa. Quiçá, a necessidade que teve de obter respostas enquanto director do serviço de doenças infecto-contagiosas do Hospital de Santa Maria.
Fosse porque motivo fosse, hoje sinto-me mais pobre; muito mais pobre .... e sobretudo com uma tristeza interior difícil de descrever.
Parece que me amputaram uma parte do meu corpo!
A minha tia dizia-me ontem com as lágrimas nos olhos que eu era muito parecido com ele. Respondi-lhe que infelizmente não valia 1/10 da pessoa que ele era, em inteligência, em conhecimento, como ser humano, como comunicador, como respeitador do seu semelhante.
Era um homem íntegro, e que defendia convictamente as suas posições.
Brilhante no raciocínio.....um verdadeiro delírio como conversador.
Por tudo isto, e por ter perdido tudo isto, me sinto hoje muito triste.
Descansa em paz Tio, após teres vivido uma vida plena de sensações.
Obrigado por tudo o que me ensinaste!
Eu nunca te esquecerei!
Ainda hoje, tenho dificuldade em falar sobre o assunto.
Custou-me muito! Eu gostava muito dele e ele de mim!
O meu tio, foi o meu mentor, incentivador intelectual durante toda a minha vida.
O meu modelo como ser humano, como comunicador, como referência no campo do conhecimento. Adorava conversar com ele. Ele conseguia como ninguém estimular os meus neurónios, os meus sentidos.
Sempre o conheci com um livro no colo. Lia tudo o que lhe aparecesse pela frente, versando fosse que tema fosse.
Esta busca incessante pelo conhecimento talvez proviesse do facto de ser Professor da Faculdade de Medicina de Lisboa. Quiçá, a necessidade que teve de obter respostas enquanto director do serviço de doenças infecto-contagiosas do Hospital de Santa Maria.
Fosse porque motivo fosse, hoje sinto-me mais pobre; muito mais pobre .... e sobretudo com uma tristeza interior difícil de descrever.
Parece que me amputaram uma parte do meu corpo!
A minha tia dizia-me ontem com as lágrimas nos olhos que eu era muito parecido com ele. Respondi-lhe que infelizmente não valia 1/10 da pessoa que ele era, em inteligência, em conhecimento, como ser humano, como comunicador, como respeitador do seu semelhante.
Era um homem íntegro, e que defendia convictamente as suas posições.
Brilhante no raciocínio.....um verdadeiro delírio como conversador.
Por tudo isto, e por ter perdido tudo isto, me sinto hoje muito triste.
Descansa em paz Tio, após teres vivido uma vida plena de sensações.
Obrigado por tudo o que me ensinaste!
Eu nunca te esquecerei!
domingo, setembro 04, 2011
Lisboa é uma cidade LINDA!
Será que alguém é capaz de dizer que Lisboa não é uma cidade LINDA!
Poderei ser um pouco sectário, por ter sido a cidade onde nasci, mas já vi tantas por esse mundo fora e continuo a deslumbrar-me com a cidade que me viu nascer.
A sua luminosidade, a sua harmonia, a quantidade de cenários diferentes que podemos encontrar nela, faz com que seja única no Mundo!
sábado, setembro 03, 2011
Cruzeiros
Quando vejo navios de cruzeiro deste tamanho, fico sempre na dúvida se será agradável navegar no meio de tanta gente.
Na saída nos portos deve ser uma grande confusão!
Se calhar um dia ainda experimento! Só espero não me venha a arrepender.
De facto, se o compararmos com o nosso velhinho paquete Funchal, as diferenças são enormes.
Não te preocupes; és pequenino, mas deixaste-te-me recordações que nunca esquecerei, por muitos anos que viva. Só essas recordações, davam para fazer um blogue novo.
Um cruzeiro num veleiro é que eu adorava experimentar. Sem o roncar e a vibração dos motores; apenas o vento a castigar o pano das velas. Deve ser uma sensação.....
domingo, agosto 28, 2011
Passeio de bicicleta à Expo
Hoje re-iniciei os meus passeios de bicicleta após as férias.
Um novo capítulo se abre na minha vida.
Como tenho estado em estado de letargia, não podia abusar.
Assim, meti a bicicleta no comboio e fui até à Expo. Dei por lá umas voltas e depois fui até Santa Apolónia.
25Km que me souberam muito bem. Para princípio de época, chega.
sábado, agosto 27, 2011
27 de Agosto, dia muito especial
Hoje, dia 27 de Agosto, é um dia especial! Faz 29 anos que fui jogar às cartas para uma zona da Costa da Caparica que se chama "O Ninho". No dia anterior tinha estado a chover e não pudémos ir à praia. Assim, resolvemos se não chovesse no dia seguinte, ir para a esplanada do café "O Ninho", jogar às cartas.
Eu praticamente não joguei. Aproveitei, para deixar a minha querida esposa jogar. Ao lado dela, cada vez que ela ganhava, dava-lhe um beijo na sua bochecha quentinha. Ela ruborizava, mas não me repelia. Cada vez que a beijava, a sua face ía ficando mais quente. Foi assim, que iniciámos a caminhada junta que ainda hoje percorremos juntos. Não houve um pedido de namoro formal; era evidente para ambos o que sentíamos um pelo outro.
Passados 29 anos, continuo a adorar beijar aquelas bochechas.
Se continuo a gostar dela? É algo que não se pergunta! É a paixão da minha vida; ela é a melhor parte de mim. Sempre que escrevo sobre ela, a língua portuguesa parece-me tão fraca em vocábulos que me permitam escrever aquilo que sinto, quando a vejo, quando a abraço, quando os meus olhos se cruzam com os dela ...... quando a beijo.
Abençoada aquela jogatina de Sueca, que me proporcionou uma vida feliz, plena e realizada.
Um beijo, meu amor! Parabéns aos dois!
Eu te amo muito!
Eu praticamente não joguei. Aproveitei, para deixar a minha querida esposa jogar. Ao lado dela, cada vez que ela ganhava, dava-lhe um beijo na sua bochecha quentinha. Ela ruborizava, mas não me repelia. Cada vez que a beijava, a sua face ía ficando mais quente. Foi assim, que iniciámos a caminhada junta que ainda hoje percorremos juntos. Não houve um pedido de namoro formal; era evidente para ambos o que sentíamos um pelo outro.
Passados 29 anos, continuo a adorar beijar aquelas bochechas.
Se continuo a gostar dela? É algo que não se pergunta! É a paixão da minha vida; ela é a melhor parte de mim. Sempre que escrevo sobre ela, a língua portuguesa parece-me tão fraca em vocábulos que me permitam escrever aquilo que sinto, quando a vejo, quando a abraço, quando os meus olhos se cruzam com os dela ...... quando a beijo.
Abençoada aquela jogatina de Sueca, que me proporcionou uma vida feliz, plena e realizada.
Um beijo, meu amor! Parabéns aos dois!
Eu te amo muito!
sexta-feira, julho 08, 2011
Zoomarine
Hoje fomos passar o dia ao Zoomarine na Guia.
Chegámos pelas 10:30 e saímos pelas 18:30.
Oito (8) horas muito bem passadas em que praticamente não se dá pelo tempo.
Não houve sítio onde não fossemos meter o nariz:
- As Sereias e os Golfinhos (Golfinhos);
- Wonderland (Focas e Leões-Marinhos);
- Floresta Mágica (Aves Tropicais);
- Wings of the World (Aves de Rapina);
- Rapid River;
- Roda Gigante;
- SOS Planet (Cinema 4D);
- .........
Tinha grande curiosidade em ver cinema em 4D. Agora percebo o que é: para além do 3D, sentem-se os cheiros, o calor/frio,..... a humidade. Experiência muito interessante!
Felizmente que o dia não estava particularmente quente. Eles têm sempre ventoinhas ligadas a pulverizadores de água que humidificam e refrescam o ambiente.
Também ainda não havia muita gente. Quando chegámos, das 6 bilheteiras, apenas 3 estavam a funcionar. No pino do Agosto, deve ser terrível.
Não utilizámos as piscinas, visto termos uma privada dentro de portas.
Aproveitámos o tempo fundamentalmente para vermos os entretenimentos.
Foi um dia particularmente divertido.
Chegámos pelas 10:30 e saímos pelas 18:30.
Oito (8) horas muito bem passadas em que praticamente não se dá pelo tempo.
Não houve sítio onde não fossemos meter o nariz:
- As Sereias e os Golfinhos (Golfinhos);
- Wonderland (Focas e Leões-Marinhos);
- Floresta Mágica (Aves Tropicais);
- Wings of the World (Aves de Rapina);
- Rapid River;
- Roda Gigante;
- SOS Planet (Cinema 4D);
- .........
Tinha grande curiosidade em ver cinema em 4D. Agora percebo o que é: para além do 3D, sentem-se os cheiros, o calor/frio,..... a humidade. Experiência muito interessante!
Felizmente que o dia não estava particularmente quente. Eles têm sempre ventoinhas ligadas a pulverizadores de água que humidificam e refrescam o ambiente.
Também ainda não havia muita gente. Quando chegámos, das 6 bilheteiras, apenas 3 estavam a funcionar. No pino do Agosto, deve ser terrível.
Não utilizámos as piscinas, visto termos uma privada dentro de portas.
Aproveitámos o tempo fundamentalmente para vermos os entretenimentos.
Foi um dia particularmente divertido.
quinta-feira, julho 07, 2011
Camarões iguais a preços diferentes
Anteontem comi ao jantar uns camarões que me souberam pela vida.
Comi tanto, que tive de ir passear à noite a Monte Gordo para os desmoer.
Mas o facto importante é que os comprei em Ayamonte a 6,95€/Kg.
Hoje fui passear a Olhão e camarões do mesmo calibre igualmente com bom aspecto e cozidos, vendiam-se a ....... 15€/Kg (!!!!!!!)
Que pasa ombre?
Comi tanto, que tive de ir passear à noite a Monte Gordo para os desmoer.
Mas o facto importante é que os comprei em Ayamonte a 6,95€/Kg.
Hoje fui passear a Olhão e camarões do mesmo calibre igualmente com bom aspecto e cozidos, vendiam-se a ....... 15€/Kg (!!!!!!!)
Que pasa ombre?
terça-feira, julho 05, 2011
Há de facto qualquer coisa errada com o nosso País
De facto algo está errado com o nosso País.
Na semana passada fui a Espanha (Ayamonte) fazer umas compras a um supermercado (Mercadona). Enchi o carro das compras, comprando carne,...., enfim as coisas habituais e gastei 205€ (!!!!!).
Hoje voltei lá, e voltei a encher outro carro, comprando peixe, marisco,.... e gastei 137€ (!!!).
Em frente ao supermercado existe uma bomba de gasolina da BP. A gasolina sem chumbo 98oct, que meto regularmente no meu carro, está a 1,41€/Lt. Uma bomba idêntica da BP em Vila Real de Santo António, vende a 1,72€/Lt.
Por pouco, quase que me valia a pena levantar-me de manhã e ir a Espanha comprar o pão diário.
Percebo que são economias com pujanças diferentes, mas a diferença é gritante.
Isto para não falar na amabilidade, pelo sorriso das funcionárias espanholas, talvez pela maior facilidade com que enfrentam o seu dia a dia em suas casas.
O comportamento dos condutores na estrada, regem-se pelas mesmas premissas.
Tudo é diferente a 3Km de onde me encontro.
Será sina nossa, ou seremos um dia capazes de estar no mesmo nível de qualidade de vida deles?
Na semana passada fui a Espanha (Ayamonte) fazer umas compras a um supermercado (Mercadona). Enchi o carro das compras, comprando carne,...., enfim as coisas habituais e gastei 205€ (!!!!!).
Hoje voltei lá, e voltei a encher outro carro, comprando peixe, marisco,.... e gastei 137€ (!!!).
Em frente ao supermercado existe uma bomba de gasolina da BP. A gasolina sem chumbo 98oct, que meto regularmente no meu carro, está a 1,41€/Lt. Uma bomba idêntica da BP em Vila Real de Santo António, vende a 1,72€/Lt.
Por pouco, quase que me valia a pena levantar-me de manhã e ir a Espanha comprar o pão diário.
Percebo que são economias com pujanças diferentes, mas a diferença é gritante.
Isto para não falar na amabilidade, pelo sorriso das funcionárias espanholas, talvez pela maior facilidade com que enfrentam o seu dia a dia em suas casas.
O comportamento dos condutores na estrada, regem-se pelas mesmas premissas.
Tudo é diferente a 3Km de onde me encontro.
Será sina nossa, ou seremos um dia capazes de estar no mesmo nível de qualidade de vida deles?
segunda-feira, julho 04, 2011
"O fim da Ilusão" de Medina Carreira
O Dr. Medina Carreira de certo não se vai importar que eu pare de ler o livro.
De facto, não é literatura para as férias.
Nas férias não quero saber de política, de economia,.....de desgraças.
Prossigo com a leitura quando terminar as férias.
Mudança de livro:
"O último homem americano" de Elizabeth Gilbert
De facto, não é literatura para as férias.
Nas férias não quero saber de política, de economia,.....de desgraças.
Prossigo com a leitura quando terminar as férias.
Mudança de livro:
"O último homem americano" de Elizabeth Gilbert
Medina Carreira
O livro do Dr. Medina Carreira vai ter de esperar por melhores dias.
Isto é: esperar que acabem as minhas férias. Não as quero estragar com a leitura deste livro, que .......
Isto é: esperar que acabem as minhas férias. Não as quero estragar com a leitura deste livro, que .......
Não quis ler na altura ...... bem ..... agora já sei o resultado.
sábado, julho 02, 2011
Mudança
Iniciei a leitura de um novo livro que promete:
- "O fim da Ilusão" de Medina Carreira
Por exemplo, na pág. 15, menciona o seguinte:
"Entre 2000 e 2010 a dívida externa líquida de Portugal subiu de cerca de 44 mil milhões de euros (38% do PIB) para 185 mil milhões (109% do PIB). Perto de 12 mil milhões por ano!"
De facto, números como estes fazem-nos pensar.
Temos que mudar radicalmente a nossa forma de estar, de encarar a vida.
Temos que nos transformar de seres habituados a "ter" para criaturas habituadas a "ser": ser mais solidários, mais cultos, mais interventivos, mais exigentes connosco e com terceiros, por mim, por ti, por todos.... por Portugal.
- "O fim da Ilusão" de Medina Carreira
Por exemplo, na pág. 15, menciona o seguinte:
"Entre 2000 e 2010 a dívida externa líquida de Portugal subiu de cerca de 44 mil milhões de euros (38% do PIB) para 185 mil milhões (109% do PIB). Perto de 12 mil milhões por ano!"
De facto, números como estes fazem-nos pensar.
Temos que mudar radicalmente a nossa forma de estar, de encarar a vida.
Temos que nos transformar de seres habituados a "ter" para criaturas habituadas a "ser": ser mais solidários, mais cultos, mais interventivos, mais exigentes connosco e com terceiros, por mim, por ti, por todos.... por Portugal.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








